«Mas quem não quer jogar a Liga Europa?»

Rio Ave 11-03-2020 11:30
Por Rui Amorim

Um triunfo ou um empate na receção ao Paços de Ferreira, na sexta-feira, garante feito inédito ao Rio Ave. Em causa, a marca de 10 jornadas consecutivas a pontuar na Liga, o que já foi discutido no balneário.

 

«Soubemos desse recorde na semana passada. Igualámo-lo num estádio difícil, o Dragão, e agora temos um jogo em casa para batê-lo. Se tudo correr bem, vamos consegui-lo», sublinhou o médio Lucas Piazón, à margem da visita de uma comitiva do clube à EB1 de Vairão, em Vila do Conde.


Do outro lado estará uma equipa que «precisa de pontos e está a lutar para subir na tabela». «Não vai ser fácil», avisou o brasileiro de 26 anos, a dias de disputar uma partida à porta fechada: «Será a primeira vez. É uma sensação estranha não ter adeptos nas bancadas, mas o jogo será abordado da mesma forma.»
Cedido pelo Chelsea por um período de dois anos, Lucas Piazón não projeta o seu futuro mais além, ele que tem sido seguido de perto por Paulo Ferreira. «Tem o trabalho de acompanhar os jogadores emprestados pelo clube», apontou, reconhecendo a importância do tempo de ligação ao emblema de Vila do Conde para mostrar o seu valor de forma mais consistente.


«Até aqui, só fiquei dois anos noutro clube, o Fulham, onde tive a melhor passagem por cedência. Após o segundo ou terceiro empréstimo, assumi a vontade de ficar mais do que um ano numa liga. Entendo que não é suficiente para um jogador adaptar-se, sentir-se bem. Se puder cumprir os dois anos será bom», admitiu.


«Melhor ainda» seria fazê-lo a jogar nas competições da UEFA... «Com certeza. Quem não quer jogar a Liga Europa? Não pensamos muito nisso, por agora. Mas, se tivermos essa possibilidade, será positivo, para mim e para o clube», admitiu, feliz em Portugal.


«É uma boa Liga. Estive um pouco lesionado no início, mas agora venho numa sequência boa de jogos. Sinto-me adaptado à equipa e ao mister, que já conhecia de Inglaterra. Diferença no futebol? Não muda muita coisa, aqui também há boas equipas», defendeu.

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