Festival de oportunidades termina em empate entre Penafiel e Mafra
1-1 foi o resultado final, apesar de ambas as formações terem tido várias ocasiões de saírem com os três pontos; guarda-redes estiveram em destaque
Dois golos anulados, uma bola aos ferros e muitas defesas de ambos os guarda-redes fizeram com que o encontro entre Penafiel e Mafra, para a 12.ª jornada da Liga 2, terminasse sem vencedor. 1-1 foi o resultado final.
A partida começou logo com uma grande oportunidade para o Penafiel. Aos 7’, Passi rasteirou Gabriel Barbosa na grande área e o árbitro assinalou penálti. No entanto, Gabriel Barbosa atirou ao lado na conversão do castigo máximo.
O falhanço não abalou o avançado brasileiro, que, cinco minutos depois, redimiu-se e fez o primeiro da partida, com um desvio na pequena área, após cruzamento de João Silva.
Os durienses estavam por cima, mas foi o Mafra que chegou ao empate, na primeira grande oportunidade de que dispôs. Combinação nigeriana no ataque visitante, com Friday Etim a descobrir Stanley Iheanacho, que, com classe, picou a bola sobre Manuel Baldé (20’).
A partir daqui, os mafrenses assumiram a superioridade e criaram várias jogadas de perigo, sempre com a dupla Etim-Iheanacho em evidência. Ainda assim, os ataques não foram bem concretizados e o golo não surgiu.
No segundo minuto do segundo tempo, Maiga cabeceou para o fundo das redes, mas, após algum tempo de deliberação, Marcos Brazão anulou o tento por fora de jogo de Friday Etim que, apesar de não ter tocado no esférico, interferiu na jogada.
O Mafra continuou por cima e esteve próximo de chegar à vantagem em três ocasiões, mas as tentativas de Etim (60’) e Iheanacho (67’) esbarraram num inspirado Manuel Baldé, ao passo que Maiga, em posição privilegiada, atirou por cima (79’).
Nos últimos minutos, os guarda-redes estiveram em destaque. Primeiro foi Baldé a negar o golo a Miguel Falé (87’) e, na resposta, Martin Fraisl segurou o 1-1, em duas situações, após remates de Xhuliano Skuka (88’) e Diogo Batista (90+1’).
Os instantes finais foram repletos de emoção, com Gui Ferreira a marcar na própria baliza. Os adeptos da formação da casa foram ao rubro com aquele que parecia ser o golo da vitória, no entanto, o tento foi anulado, por posição irregular de André Silva (90+2’).
No último suspiro, Zé Leite teve o triunfo nos pés, mas o remate do avançado saiu à barra (90+12’). Quando soou o apito final, o marcador registava a igualdade a uma bola.