«Pizzi? O Benfica preparou-se e, quando assim é, deixa de ser um problema»

Supertaça 22-12-2020 14:36
Por Redação

Jorge Jesus, treinador do Benfica, fez a antevisão ao jogo da Supertaça, esta quarta-feira, com o FC Porto. O técnico comentou a ausência de Pizzi, infetado com a Covid-19:

 

«As expetativas existem sempre em função da responsabilidade. É uma final, é uma decisão, não é um jogo a eliminar em que há duas mãos. Quando é só um jogo há estratégias e expetativas diferentes, e obviamente que todos querem jogar, como era o caso do Pizzi. É um dos capitães, que gostava de estar aqui e poder jogar. Com os anos e esta passagem pelo clube, é hoje uma das referências. Como é que se lida com isto? Eu lido melhor do que os jogadores, estou habituado. Tive até 8, 9 jogadores infetados, é um problema científico e não desportivo. Só é desportivo porque não posso pô-lo a jogar. Há segurança total, as equipas de futebol são privilegiadas, vivemos numa bolha, fazemos testes de três em três dias. Mas não convivemos só com as 70 pessoas que estão no Seixal, se fosse assim não havia estes problemas. Daqui a dez dias vai estar a treinar, é um problema normal no mundo em que vivemos.»

 

Sobre a eventual utilização de Weigl no lugar de Pizzi: «O Benfica já teve Weigl e Taarabt em campo e Pizzi jogou na mesma. Não tem nada a ver uma coisa com outra. O Pizzi tem quase sempre sido uma das minhas opções, mas o Benfica tem soluções. Construímos o plantel sabendo que não podíamos ter só 20 jogadores por causa da Covid, precisávamos de ter 26, 27 ou 28. Foi o que o Benfica fez. Como é que o Flamengo ganhou tudo e só não foi campeão do mundo? Ganhou tudo porque estava preparado. O Benfica também se preparou e, quando assim é, deixa de ser um problema.»

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