Celebrar os 30 anos de vida da Meia-Maratona de Lisboa com um recorde do Mundo feminino (fixado em 1.06.11 horas pela etíope Netsanet Gudeta no já longínquo ano de 1991) é o desejo maior que Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal, organizador da prova, gostaria de ver concretizado na edição 2020, marcada para dia 22, conforme deu ontem conta na apresentação da prova.
«No feminino estamos preparados para bater o recorde do Mundo aqui em Lisboa», assumiu Móia, prometendo 100 mil euros à autora e uma «elite fantástica» a correr na capital, com 12 mulheres de máximos pessoais abaixo dos 69 minutos.
As maiores candidatas são as medalhadas de ouro e prata na maratona dos Mundiais de Doha 2019, a queniana Ruth Chepnegetich, 4.ª em Lisboa em 2017, e Rose Chelimo, do Barein, vencedora em 2015, respetivamente, e a etíope Dera Dida Yami, prata no Mundial de crosse. Nos 20 nomes masculinos com recordes abaixo dos 61 minutos, sobressaiem o eritreu Zersenay Tadese, ex-recordista mundial de meia com 58.23 batidos numa das três vitórias já colecionadas em Lisboa, o queniano Micah Kogo e o eritreu Yohanes Ghebergergis. Além dos nacionais Hermano Ferreira, Samuel Barata, Dulce Félix e Catarina Ribeiro.