O Ministério Público do Paraguai decidiu não acusar Ronaldinho Gaúcho e o irmão, Assis, pelo uso de documentos falsos no país. Após Assis terem prestado declarações na sede do Gabinete contra o Crime Organizado, em Assunção, no Paraguai, na sequência de utilização de passaportes e bilhetes de identidade alegadamente falsos, o advogado do Ministério Publico, Federico Delfino, referiu que os números dos passaportes usados pertencem a outras pessoas: seriam duas senhoras residentes em Assunção, entretanto detidas.
Os brasileiros admitiram o erro e ficaram livres do processo, sendo que o MP considerou que ambos «foram enganados em sua boa fé».
A promotoria decidiu usar o «critério de oportunidade», recurso no Código Penal paraguaio.
Neste caso foram acusadas três pessoas: o empresário Wilmondes Sousa Lira, apontado pela defesa de Ronaldinho Gaúcho como responsável pelos documentos falsos, e as paraguaias María Isabel Galloso e Esperanza Apolonia Caballero.
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