O terceiro dia de greve dos motoristas começou com o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Pedro Pardal Henriques, a anunciar que os trabalhadores não vão cumprir os serviços mínimos, nem a requisição civil.
O governo admitiu alargar a requisição civil caso os mínimos não sejam cumpridos - o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou que um eventual incumprimento dos serviços mínimos pelos motoristas de matérias perigosas obrigará o Governo a decretar a requisição civil nas regiões onde ainda não o fez.
O ministro do Ambiente, João Pedro Fernandes, também admitiu o cenário em conferência de imprensa, sublinhando que vários trabalhadores faltaram, nomeadamente em Loulé, com os militares a assegurarem o abastecimento do aeroporto de Faro. «Foi registado um caso de incumprimento da requisição civil que é o transporte de Loulé para o Aeroporto e Faro, agora assegurado por seis equipas. da GNR. Houve serviços mínimos até às 7 horas, mas entre as 7 e as 10 horas foram afetados», referiu. «O incumprimento dos serviços levará, necessariamente, a que a requisição civil seja alargada. A conta faz-se ao fim do dia. De resto é um crime de desobediência», disse.
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