Incrível: avião de Messi polui tanto em três meses como um francês em 150 anos

Paris Saint-Germain 30.09.2022 17:42
Por Redação

Uma nova controvérsia, desta vez ambiental e de sustentabilidade ecológica, envolve Lionel Messi, depois de, esta sexta-feira, o L’Equipe ter feito as contas e concluir que só em três meses, de 1 de junho a 31 de agosto do corrente ano, o jato privado do qual o astro internacional argentino do Paris Saint-Germain é proprietário efetuou 52 viagens (!) e «produziu em emissões de dióxido de carbono o equivalente às de um francês médio em 150 anos de vida».


Num artigo intitulado ‘O verão poluente do jato de Messi’, o diário desportivo francês esmiúça as viagens que a aeronave de ‘la pulga’ efetuou durante a época balnear no hemisfério norte, não apenas pelo sete vezes ganhador da Bola de Ouro, mas também pela sua família e mais próximos.


As emissões poluentes terão sido maiores nas «30 ligações intercontinentais efetuadas, das quais 14 destes voos transatlânticos»: os restantes 16 são voos da América do Norte para a América do Sul, e vice-versa.


Mas três ligações aéreas entre a cidade natal do astro, Rosário (Argentina) e Barcelona (Espanha), assim como mais duas viagens entra a capital das ‘pampas’, Buenos Aires, e a capital da Catalunha, além de um voo entre a ‘cidade condal’ e Montevideu (Uruguai) e outro de São Paulo (Brasil) para Barcelona são as viagens mais longas (e poluentes) registadas na folha de serviço do jato de Messi.


Durante este período de três meses, Messi, família e amigos andaram ainda por Tulua (Colômbia), Miami (EUA), Puerto Plata (República Dominicana), Nice (França) e Nova Iorque (EUA), além de Nice (França) Bilbau e Tenerife (Espanha), num verão muito viajado do argentino e seus mais próximos, com as naturais consequências na pegada ecológica.

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