Começou julgamento da divulgação dos 'emails' do Benfica

Justiça 16.09.2022 10:11
Por Pedro Soares

Francisco J. Marques, Júlio Magalhães e Diogo Faria, arguidos no caso da divulgação dos e-mails do Benfica, já estão no Campus Justiça, no Parque das Nações, para a primeira sessão do julgamento.


À chegada ao tribunal, Júlio Magalhães, à altura diretor do Porto Canal, disse-se de consciência tranquila e confirmou que irá prestar declarações em tribunal, depois de até agora se ter remetido ao silêncio no processo.


O diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, Júlio Magalhães e o comentador Diogo Faria, estão acusados por crimes de violação de correspondência e ofensa a pessoa coletiva, no âmbito do chamado caso dos emails do Benfica.
 

Francisco J. Marques está acusado de seis crimes de violação de correspondência ou de telecomunicações, três dos quais agravados, um crime de acesso indevido, cinco crimes de ofensa a pessoa coletiva agravados e um crime de ofensa à pessoa coletiva agravado.

Diogo Faria num crime de violação de correspondência ou de telecomunicações, um crime de acesso indevido e um crime de ofensa à pessoa coletiva agravado.

Júlio Magalhães, por sua vez, de três crimes de violação de correspondência ou de telecomunicações e cinco crimes de ofensa a pessoa coletiva agravados.


A primeira sessão do julgamento terminou sem que os três arguidos tenham prestado declarações.


 A próxima sessão ficou marcada para a manhã de 3 de outubro, em que serão ouvidos os assistentes do processo, o antigo presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e Carlos Deus Pereira. Nesse dia, da parte da tarde, decorrerá ainda audição das primeiras testemunhas da acusação. Os três arguidos pediram dispensa das próximas sessões por estas prejudicarem a atividade profissional que desenvolvem no Porto, pedido ao qual o juiz acedeu.


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