Samaris e Svilar ouvidos no caso E-Toupeira

Benfica 30-11-2021 11:06
Por Bruno Henriques

O julgamento do processo E-Toupeira teve, esta terça-feira, mais uma sessão, no Campus Justiça, em Lisboa. Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica, José Augusto Silva e Júlio Monteiro estão acusados de crimes de corrupção, violação do segredo de justiça, recebimento indevido de vantagem, acesso indevido e violação de dever de funcionário.

 

Mile Svilar, guarda-redes do Benfica, e Andreas Samaris, antigo jogador das águias que se encontra no Fortuna Sittard (Países Baixos), foram ouvidos, como testemunhas de Paulo Gonçalves. Nenhum marcou presença na sala de audiências, com a inquirição a acontecer por videoconferência.

Sem conhecimento dos outros arguidos, os dois atletas alegaram só ter tido contacto com o assessor jurídico aquando da assinatura do respetivo contrato com as águias. Samaris afirmou ainda numa ocasião ter assinado uma camisola para o filho de Paulo Gonçalves, que se encontrava no hospital a recuperar de um acidente. «Paulo Gonçalves pediu, uma vez, uma camisola para o filho que estava no hospital, a recuperar de um acidente. Até fiz a dedicatória à frente dele, para dar força naquele momento. Também me pediu para ir visitar o filho dele, mas com a quantidade de jogos que tivemos não consegui. Foi a única vez», explicou o internacional grego.

 

A sessão prosseguiu com a inquirição de várias testemunhas arroladas por José Augusto Silva e Júlio Loureiro, os outros dois arguidos no caso E-Toupeira.

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