«Defrontar o Benfica é sinónimo de casa cheia»

Trofense 16-10-2021 12:03
Por Pedro Barros

O Trofense prepara-se para receber o Benfica na Taça de Portugal e regressar a um passado não tão distante quanto isso… Há 13 anos, o emblema da Trofa ascendeu à Liga. A equipa tão depressa pisou pela primeira vez os principais palcos nacionais como voltou a cair nas provas amadoras e em graves dificuldades económicas, precipitando o desaparecimento de uma SDUQ. Uma SAD sucedeu-a, alavancada por investidores. E, agora, o presente faz-se de passos sustentados, calculados e tendo como presidente João Tomás, o antigo ponta de lança da Seleção Nacional, Benfica, SC Braga, Boavista, Rio Ave, Académica, entre outros, e transmissor de uma aura de seriedade.

 

«O Trofense disputou a Liga em 2008/2009 e a partir daí esteve em queda. Passou nos últimos anos momentos tremendamente difíceis. Ainda sentimos alguns desses problemas», introduz o líder da sociedade desportiva que gere o Trofense, tendo bem definida a sua missão. «Tentamos aliar a capacidade desportiva a uma estrutura profissional que nos permita criar credibilidade junto de todas as pessoas. Queremos ser um clube sustentável, que seja um exemplo», explica.

 

«Benfica do meu tempo? Só o emblema e as cores…»

 

«Será o jogo mais mediático que viveremos. Defrontar o Benfica é sinónimo de casa cheia, o que nos vai colocar à prova na organização e na disponibilização de condições aos nossos adeptos», transmite.

 

«O jogo como Benfica terá 90 minutos, pode prolongar-se até aos 120 e até pode ser decidido nos penáltis. A Taça de Portugal é uma competição sui generis e não tenho dúvidas que os nossos jogadores vão dar uma resposta muito boa. Motivação não irá faltar. Será difícil, mas não é impossível.»

 

O Benfica foi o clube que o abraçou em 2000 e o catapultou para a Seleção Nacional. «O que sobra desse tempo? Talvez só o emblema e as cores», argumenta a brincar o líder do Trofense, reconhecendo que a instituição encarnada ganhou outra força nas duas últimas décadas. Já resta muito pouco daquele Benfica que acompanhei como jogador…». Curiosamente vai sentar-se ao lado de Rui Costa – ambos foram companheiros na Seleção.

 

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