Pinto da Costa recorda «o célebre tempo dos padres»

FC Porto 30-07-2021 23:05
Por Redação

Em mais um episódio de Ironias do Destino, do Porto Canal, Pinto da Costa, presidente do FC Porto, justificou as razões que o levaram a desfazer-se de Nuno Espírito Santo depois de apenas uma temporada (2016/17) no banco do Dragão.

 

«Ao fim de dois anos, o Lopetegui não tinha conseguido qualquer título. Havia muita contestação e não havia empatia perfeita entre treinador, jogadores e público. Resolvemos interromper a sua permanência como treinador. Foi um período de transição e a nossa opção foi pelo José Peseiro, que até estava no estrangeiro, mas, infelizmente, para nós e para ele, não teve sucesso, embora tivesse marcado presença numa final da Taça de Portugal, que perdemos contra o SC Braga. Dado o insucesso da sua passagem, terminámos o acordo e veio o Nuno Espírito Santo», disse, prosseguindo.

 

«O Nuno revelou-se um bom treinador, identificava-se com o clube, tinha sido nosso atleta, mas infelizmente não teve sucesso, muito devido ao que havia na altura em relação à arbitragem. Foi o célebre tempo dos padres, ficou assim conhecido pelos emails que trocavam e porque tratavam-se como padres. Dada essa situação, ele não teve sucesso e no final do contrato resolveu partir para Inglaterra», disse o presidente dos dragões, referindo-se aos famosos e-mails do Benfica.

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