Golo após toque acidental na mão deixa de ser falta

Futebol 05-03-2021 15:17
Por Redação

O toque acidental da bola na mão do jogador, durante a construção de uma jogada da qual resulte golo, deixa de ser considerado infração, aprovou esta sexta-feira o International Board (IFAB), órgão que regulamenta as regras do futebol.
 

«Como a interpretação dos lances que envolvam o toque da bola na mão nem sempre foi consistente, devido a aplicações incorretas da lei, os membros do organismo confirmaram que nem todos os toques da mão e/ou braço de um jogador na bola podem ser penalizados», explicou o IFAB, através de comunicado, após reunião levada a cabo por videoconferência.

Mantém-se a penalização para o jogador que tocar deliberadamente na bola com a mão, ou seja, movendo-a na sua direção, assim como se tocar na bola com a mão e/ou braço quando ganhar uma volumetria anormal com o corpo.
 

Caso o jogador introduza a bola na baliza adversária com a mão, ou na sequência imediata de um toque com a sua mão, ainda que acidentalmente, continua a ser considerada infração, mas se o marcador de um golo beneficiar de um toque acidental na bola com a mão por parte de um colega de equipa, já não será considerada infração.
 

A mudança entra em vigor a 1 de julho, pelo que não poderá ser aplicada no Campeonato da Europa de 2020, adiado para 2021, face à pandemia de Covid-19, embora o IFAB tenha referido que as competições têm flexibilidade para introduzi-las mais cedo.
 

Da reunião desta sexta-feira resultou também a possibilidade de ‘abrir a porta’ às cinco substituições durante os encontros, como já acontece em vários campeonatos da Europa, assim como adicionar uma substituição extra em caso de concussão cerebral, para proteger a integridade física dos jogadores. O órgão admitiu ainda proceder a alterações às regras do fora de jogo.

 

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