«Não me sinto aquele velho que as pessoas dizem»

Vitória de Guimarães 22-01-2021 12:31
Por Redação

Eleito o melhor em campo no jogo com o Nacional, Ricardo Quaresma destacou o crescendo que tem vindo a protagonizar junto com a equipa.

«Temos um grupo fantástico, um grupo jovem mas com bons miúdos, jovens que querem aprender e que têm qualidade. Sinceramente, não me sinto aquele velho que as pessoas dizem no meio deles. Gosto de brincar, gosto de lhes dar essa confiança de poderem partilhar algumas brincadeiras comigo e esse espírito de grupo reflete-se dentro de campo», realçou o jogador de 37 anos, em declarações reproduzidas pelo site do clube.

Jogando na direita ou na esquerda, Quaresma referiu ainda que a equipa está cada vez mais entrosada em termos atacantes: «É bom termos avançados como o Estupiñán, o Bruno Duarte, o Foster e o Noah. São jogadores que aparecem bem na área e eu como extremo só tenho de fazer o meu trabalho, que é cruzar e ajudá-los a fazer golos para ajudar a equipa. Temos evoluído muito ao longo destes meses. É normal que me conheçam melhor agora, eu também os conheço melhor. Isto é uma equipa e quando ela está bem, as individualidades sobressaem. Jogar na esquerda ou na direita não faz grande diferença para mim e para o Edwards, por isso não há grande problema.»
 

Não deixou também de recordar o golo que marcou (de trivela, pois claro), iniciando a reviravolta na partida com o Nacional. «Quando recebi a bola, pensei em vir para dentro e fazer uma tabela com o Sacko. Depois tive a felicidade da bola ficar ali e só pensei em rematar à baliza e fui feliz. Sobre o festejo, o Sacko está sempre a fazer essa dança no balneário e disse-lhe que, num dia em que marcasse, iria dançar com ele. É sempre importante marcar mas ainda mais quando conseguimos ajudar a equipa a vencer. É isso que me deixa feliz, ajudar o meu clube, a minha equipa, a conquistar os nossos objetivos», considerou.

Veja o golo de Quaresma ao Nacional:

 

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