«Tentámos arriscar e dar sinal de que era possível ganhar»

Nacional 29-11-2020 18:53
Por Redação

Luís Freire, treinador do Nacional, analisou a derrota no terreno do Portimonense (0-1), para a 8.ª jornada da Liga, resultado que deixa a equipa insular fora da Taça da Liga.

 

«Ao intervalo, o resultado (0-0) ajustava-se. É verdade que as duas equipas não dispuseram de muitas oportunidades de golo. Na segunda parte, estivemos um bocadinho mais por cima no jogo, conseguindo chegar mais vezes à baliza do adversário. Não acertámos na baliza, mas tivemos sete ou oito tentativas de golo. Não conseguimos concretizar e, num momento em que estávamos a arriscar para tentar os três pontos, acontece o lance que decide um jogo muito equilibrado», disse no final da partida.

 

«Estando em quinto ou sexto lugar, ganhando aqui sabíamos que íamos à Taça da Liga. Tentámos arriscar e dar um sinal à equipa que era possível ganhar. No nosso melhor momento, num lance fortuito, a bola bate na mão de um jogador nosso e o árbitro dá penálti», acrescentou.

 

«Quando o jogo começou a andar para a frente, com o cansaço do Portimonense, começámos a ter mais espaço para fazer o nosso jogo. Tentei lançar os jogadores para a frente, como chegámos duas ou três vezes podíamos ter chegado mais, mas o jogo esteve muito tempo interrompido por causa do lance de penálti. Com a expulsão, perdemos o ímpeto e foi difícil, a partir daí, fazer mais», concluiu.

 

Luís Freire comentou ainda a homenagem a Vítor Oliveira, ex-treinador que faleceu no sábado: «Foi feita aqui uma homenagem bonita [após o final da partida]. Sou um jovem treinador, mas admiro muito o Vítor Oliveira. Todos os treinadores ficaram tristes e penso que devem ser feitas as melhores homenagens ao Vítor Oliveira. Deixar um abraço à família e fica todo o meu respeito imenso pela personalidade.»

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