Simão e o penálti do título: «Não estava mais nervoso»

Benfica 22-05-2020 19:22
Por Redação

O título do Benfica em 2004/05 ficou selado no Bessa com um empate a uma bola frente ao Boavista. A vantagem chegou de grande penalidade, convertida por Simão Sabrosa, um especialista que explicou grande parte do sucesso.

 

«Não estava mais nervoso [nesse jogo]. Marcar um penálti é sempre muito difícil, os mais decisivos ainda mais, mas eu baseava-me muito na minha concentração. A minha respiração era fundamental. Tive a possibilidade de trabalhar com o Pedro Almeida, um psicólogo que estava no Benfica, tenho uma excelente relação com ele. Ele ajudou-me muito com bolas paradas. O facto de respirar antes era essencial. A partir do momento em que colocava a bola, respirava fundo e parecia que não havia mais ninguém no estádio. Só o guarda-redes. Quando partia para a bola já tinha um lado escolhido para o caso de o guarda-redes não se mexer. Quando fazia a típica paradinha, se o guarda-redes não se mexesse mandava para o lado que já tinha escolhido. Se se mexesse, chutava para o lado contrário», contou, na BTV.

 

Sobre a ‘mítica’ paradinha, contou como surgiu. «A paradinha surgiu nos treinos. Desde muito cedo que comecei a bater penáltis. Comecei a melhorar e não era permitido fazer a paradinha em cima da bola. Aquele metro e meio até à bola era suficiente. Eram muitos treinos e muita concentração. A técnica de remate também era importante. Se virmos a percentagem de penáltis que são batidos a meia altura, se o guarda-redes adivinhar defende quase sempre. Se fosse do lado direito do guarda-redes, a bola teria de sair com curva a fugir, se fosse para o lado contrário teria de ser pelo chão. Era assim que eu marcava», recordou.

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