Boavista critica desigualdade e pede instalação de ecrã gigante junto ao Bessa

Boavista 13-05-2021 19:07
Por Pedro Cadima

Vítor Murta, presidente do Boavista, insurgiu-se contra a medida que prevê a presença de público nas bancadas na última jornada do Campeonato, lamentando que não tenha sido atendido um pedido de extensão da solução para a penúltima jornada, que se jogará a partir de amanhã.

 

O dirigente fala de uma solução discriminatória e injuta, que pode atentar contra a verdade desportiva. Os axadrezados recebem o Portimonense, antes de fechar a Liga em Barcelos, pelo que não terão direito a ter público no Bessa, numa altura em que jogam todos os esforços na permanência.

 

«Depois de ter tido conhecimento que os jogos da última jornada da Liga NOS vão ter público nas bancadas, o Boavista FC - em conjunto com a Liga Portugal, a Federação Portuguesa de Futebol e outros clubes - fez todos os esforços para que fosse possível estender essa medida à 33.ª jornada. Tal não foi possível, pelo que sublinho a evidência de uma opção discriminatória e injusta, capaz de colocar em causa a verdade desportiva e a igualdade entre todos os participantes. Sentimo-nos fortemente prejudicados por não termos os adeptos connosco numa fase decisiva do campeonato, ao contrário do que acontecerá com alguns dos nossos concorrentes», explica Vítor Murta, acionando, desde já, uma requisição alternativa.

 

«Sendo assim, o Boavista FC solicitou, junto da Direção Geral de Saúde, forças policiais e Câmara Municipal do Porto a instalação de um ecrã gigante no exterior do estádio, de forma a permitir que os nossos adeptos assistam ao jogo com o Portimonense SC, comprometendo-nos ainda a cumprir todas as regras de segurança e distanciamento social atualmente em vigor.»

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