Brasileirão corre o risco de ser interrompido

Brasil 13-08-2020 09:06
Por João Almeida Moreira, correspondente de A BOLA no Brasil

O Sindicato dos Atletas de São Paulo, presidido por Rinaldo José Martorelli, pode paralisar o Brasileirão, das Séries A e B, se a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não mudar o protocolo de segurança adotado em relação à pandemia do novo coronavírus. Em causa, os adiamentos dos jogos entre Goiás e São Paulo da primeira jornada da Série A, após a contaminação de nove atletas esmeraldinos, e entre Chapecoense e CSA da segunda jornada da Série B, por 19 jogadores alagoanos terem testado positivo.


«Ou isolam as delegações por uma quantidade de dias antes de cada partida, quantidade de dias que seja capaz da obtenção dos resultados das testagens de forma segura, ou se cria uma bolha e isolam-se de vez as delegações durante toda a competição», diz o ofício enviado à CBF pelo referido sindicato.


As duas hipóteses são baseadas nas soluções levadas a cabo na Bundesliga, campeonato alemão de futebol, e na NBA, torneio de basquetebol norte-americano.


Além dos casos relatados acima, também o jogo entre o Atlético Goianiense e o Flamengo, que até à hora do fecho da edição ainda estava marcado para a última madrugada, causou controvérsia. Quatro atletas do Atlético acusaram positivo nos exames ao Covid-19 mas a comissão médica da CBF autorizou a sua utilização argumentando que, apesar do resultado, eles já haviam cumprido o isolamento necessário.
 

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