Presidente da Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, foi abatido

Moçambique 12-10-2021 09:44
Por António Mavila

O líder da auto-proclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nyongo foi abatido pelas Forças de Defesa e Segurança nas matas de Djovo no distrito de Cheringoma na província de Sofala.
 

O Comandante-geral da Polícia da República de Moçambique chamou a imprensa para oficialmente anunciar a morte do homem que há muito era procurado por ter estado a protagonizar assaltos a mão armada fazendo vitimas na região centro de Moçambique particularmente nas províncias der Sofala, Manica e Tete.
 

Bernardino Rafael, disse que para além de Mariano Nyongo, também foi morto durante a troca de tiros um dos seus seguidores direto apenas identificado pelo nome de Ngau Kama e na ocasião segundo a fonte as Forças de Defesa de Moçambique recuperaram tres armas de AKM, uma pistola, 96 balas e uma metralhadora AK47.

 

«A morte dos dois líderes da Junta Militar da Renamo aconteceu após intensos combates nas matas de Cheringoma na província de Sofala onde uma parte dos membros do referido grupo encontram-se escondidos, neste momento estamos a nos a preparar para entregar os corpos a família», disse o Comandante-geral, Bernardino Rafael.
 

Rafael destacou que as Forças de Defesa de Moçambique, tudo fizeram para que Mariano Nyongo saísse das matas com vida mas sempre houve resistência deste e dos seus seguidores.

Recordou a fonte que varias foram vezes que o Presidente da Republica, apelou ao grupo liderado por Mariano Nyongo a depor as armas e entregar-se ao governo para beneficiarem-se do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), mas sem sucesso.


Nyongo e seus seguidores distanciaram-se da Renamo apos a vitória de Ossufo Momade como novo Presidente da Perdiz em substituição do malogrado Afonso Dlhakama e como reivindicação optaram por formarem a Junta Militar que passou a matar e a desestabilizar a paz em Moçambique.


O Governo apela aos seguidores de Mariano Nyongo que ainda se encontram nas matas a deporem as armas e entregarem-se voluntariamente para se beneficiarem do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração.

 

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