Nações Unidas lamentam morte de Mariano Nhongo

Moçambique 12-10-2021 12:44
Por Redação

As Nações Unidas, através do enviado-especial a Moçambique, lamenta a morte do líder da auto-proclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, em Djovo, distrito de Cheringoma na província de Sofala, durante uma troca de tiros com as Forças de Defesa e Segurança.
 

Mirko Manzoni reconhece consideráveis tentativas para se chegar ao diálogo através de meios pacíficos com Mariano Nhongo quer da parte do governo mesmo das Nações Unidas e sempre foram infrutíferas.
 

«Foram repetidamente abertas oportunidades para utilizar o diálogo em vez da violência, no entanto, estas revelaram-se infrutíferas, há mais de dois anos que procurámos estabelecer relações com Nhongo e encorajámo-lo ativamente a regressar ao processo de desarmamento, desmobilização e reintegração (DDR)», decorrente do acordo de paz de 2019 entre a Frelimo e a Renamo, oposição, referiu Manzoni.


Recorda a fonte que alguns membros da auto-proclamada Junta Militar da Renamo responderam positivamente aos apelos fizeram parte do processo DDR e hoje estão a levar suas vidas em paz nos locais escolhidos pelos mesmos.
 

«Na sequência dos sólidos progressos feitos até à data neste processo (DDR) e da recente deserção dos principais membros da Junta, esperávamos que a situação fosse resolvida de forma pacífica», disse Mirko Manzoni, que reitera o compromisso de apoiar os esforços com vista a uma paz definitiva, em Moçambique e apela aos restantes membros da Junta Militar a se juntarem no processo DDR.



 

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