«Não fiquei ajoelhado e depois veio o Benfica»

Futebol 13-11-2019 22:23
Por Redação

8 de julho de 2014. Data que Júlio César dificilmente irá esquecer… e não pelos melhores motivos. Nesse dia, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o Brasil era copiosamente derrotado pela Alemanha, por 1-7, nas meias-finais do Campeonato do Mundo.  

 

Impotente para suster a avalanche alemã, desejou o guarda-redes desaparecer do guião daquele filme de terror…

 

«A determinada altura queria fazer um buraco no campo para me esconder. Foi realmente muito complicado e doloroso», recordou o antigo internacional brasileiro, um dos oradores convidados no World Scounting Congress, que decorreu no Porto.

 

«Mas a vida é feita destas situações. Se dobras os joelhos, ou ficas ajoelhado ou não, e eu não fiquei. Orgulho-me de ter participado naquela Copa», salientou Júlio César.

 

Seguiu-se, aos 34 anos, novo desafio na carreira. Portugal foi o destino.

 

«Depois veio o Benfica e o clube fez-me recuperar aquela força», sublinhou.

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