«Título? Sinto que a bola vai parar de bater no poste e, finalmente, entrar»

Entrevista 07-07-2019 11:41
Por Bruno Andrade

Recém chegado a Braga do Portimonense, Vítor Tormena considera ter dado o salto qualitativo com que sempre sonhou e promete aos adeptos, em entrevista a A BOLA, muita garra e empenho para ajudar o SC Braga a chegar longe em todas as competições.

 

- Gil Vicente, Portimonense e, agora, SC Braga. A sua trajetória em Portugal é quase a definição perfeita da expressão «de galho em galho»...
- Sem dúvida. Lembro-me que, quando cheguei em Portugal para representar o Gil Vicente, tinha exatamente isso em mente: estou aqui agora, mas quero saltar para um clube maior e assim em diante, até atingir o nível que todo o jogador sonha.

- Foi anunciado pelo Alan num vídeo em alusão ao filme O Padrinho, e o ponto destacado foi a «família» que existe dentro do SC Braga...
- Isso mesmo, aqui é uma família. Rapidamente percebi isso, fui muito bem acolhido, por todos os jogadores, pelos membros da comissão técnica e também pelos dirigentes. São todos muito unidos, têm oferecido todo o respaldo necessário. O Alan, inclusive, é muito gente boa, brincalhão. Estou muito animado e tenho a certeza que vamos ter uma temporada excelente pela frente.


- Quais os tipos de crimes que pretende cometer dentro da nova família?
- Quero brigar por títulos, sempre sonhei conquistar coisas grandes. Estou confiante que vou fazer uma temporada excelente. Dito isso, podem esperar de mim muita garra. Sou central, mas também posso jogar como lateral-direito, posição que acabei por cumprir várias vezes no Portimonense. Seja como central ou lateral, não importa a posição, vou dar o meu melhor.

 

- O que falta para o SC Braga conquistar o título da Liga?
- A disputa na parte de cima da tabela na Liga é sempre muito aquecida, mas acho que o que falta para o SC Braga é ter um fôlego na reta final. Tenho certeza que a nova temporada vai ser diferente, noto aqui que todos pensam em objetivos grandes. Sinto que a bola vai parar de bater no poste e, finalmente, entrar.


Leia a entrevista na íntegra na edição impressa de A BOLA.

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