José Maria Pedroto: Saudades do Futuro! (artigo de Manuel Sérgio, 265)

Espaço Universidade 12-11-2018 23:27
Por Manuel Sérgio

O treinador de futebol, José Maria Pedroto, foi, se bem penso, um magnífico explorador e anunciador de um futebol novo, onde as ideias de crise e de refundação se entrelaçavam. Como fui, um dia (de Maio de 1979) convidado por ele a um periódico convívio intelectual,  digamos mesmo: a um certo trabalho interdisciplinar, donde resultasse uma síntese do saber de nós ambos – julgo poder traçar um pequenino retrato daquele que foi para mim um profissional de invulgar inteligência, que trabalhou no futebol português. A ideia que logo pude colher do meu primeiro encontro com o Mestre Pedroto foi esta: era um homem que sabia que não sabia, como já o referi no meu livro Crítica da Razão Desportiva. De facto, só um homem de coração magnânimo, de apurada sensibilidade, com a humildade dos sábios, com o raro prazer de admirar, podia aproximar-se de mim, que de conhecimento do futebol tenho uma pequenina amostra sem valor, para enriquecer o seu vasto saber acerca do “desporto-rei”. Em ambiente de respeitosa estima decorreram as nossas conversas (a maioria das vezes, no Porto, na Confeitaria Petúlia e, uma ou outra vez, no hotel onde a equipa de futebol estagiava) e em que o Mestre Pedroto sempre mostrou verdadeiro interesse pelas minhas modestas teorizações. Nas aulas que lecionei, durante 46 anos (30, no ensino público; 14, no ensino privado; e 2 anos, na Universidade Estadual de Campinas, no Brasil) dizia com frequência aos meus alunos: quem só teoriza não sabe, mas quem só pratica repete. Que podia eu ensinar, portanto, de futebol, a José Maria Pedroto, se nunca joguei futebol federado, quero eu dizer: se nunca pratiquei um futebol com o mínimo de seriedade exigível a um verdadeiro conhecimento científico? Utilizando a expressiva frase de Ibsen: “O homem forte é o homem só”, trata-se de uma frase literariamente bonita, mas que não chega para integrar uma “comunidade científica”, pois que é de uma “comunidade científica” que a ciência, hoje, nasce…

 

Tenho a certeza que José Maria Pedroto foi um dos “agentes do futebol”, em Portugal, que mais soube percecionar o atraso do nosso futebol daqueles tempos de semiamadorismo e de quase nula reflexão epistemológica e científica. No meu livrinho, Algumas Teses sobre o Desporto, escrevi eu: “A técnica é desporto, mas o desporto não é técnica tão-só. O desporto é, acima de tudo, um processo de criação cultural, pois que se trata de uma concreta formação histórica, situada no tempo e no espaço. E, portanto, é ciência também. Mas a ciência é, em primeiro do mais, uma questão de método. Tanto as ciências, como o senso comum, procuram, com diligência, mais conhecimento, ou melhor: outro conhecimento. São diferentes os métodos, porém. E a humildade! Na declaração linear e retilínea de Sócrates, o sábio sabe que pouco sabe. Por isso, o conhecimento científico gira em torno de pretensões de validade e não de verdades e só por graça ou sarcasmo se fala de teoria oficial. As teorias não se defendem, nem acirradamente, nem com fria impassibilidade. Provam-se! Ora, é possível provar que o desporto radica na motricidade humana, ao mesmo tempo que é impossível dizer-se que a motricidade humana se fundamenta no desporto” (p. 25). Repito o que atrás escrevi: “o desporto é, acima de tudo, um processo de criação cultural”. A cultura, segundo Eduardo Lourenço “somos nós próprios, a cultura é o homem em si mesmo, a cultura é a consciência que nós temos, cada um de nós tem do mundo que o rodeia, é a maneira como, digamos, guardamos dele sinais que podem ser transmitidos de seguida a outras gerações. E a cultura é nós mesmos como sujeitos, como expressão da vida consciente de si próprio que é o Homem” (Eduardo Lourenço, in AA.VV., Portugal. O Futuro é possível, 2016, p. 17).

 

Cito agora Miguel Real, filósofo de informação exaustiva e de invulgar destreza de raciocínio: “para que a cultura portuguesa conte, no palco europeu, tornava-se necessário ultrapassar o folclorismo e o exotismo dos nossos costumes e elevar os nossos olhos culturais a um nível universal, entendível por todos os povos. Para tal, uma absoluta condição é necessária – o diálogo com a Europa, esse diálogo que a nós e à Espanha vem faltando, desde a instauração da Inquisição, na primeira metade do século XVI” (Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa, Planeta, Lisboa, 2017 p. 46). Ainda em muitos círculos letrados dos princípios do século XX se  consideravam os célebres escritores da Geração de 70 (figuras incontornáveis da nossa história literária) “como um grupo de estrangeirados cuja obra corrompera a tradição lírica e tradicional da cultura portuguesa (…). Referiam-se sobretudo a Eça de Queirós, que acusavam de importador da cultura francesa, a Antero de Quental, cujos sonetos tinham destruído na poesia os valores absolutos de Deus, do Bem, da Verdade, da Beleza, do Amor, e de Oliveira Martins, culpado de um profundo pessimismo que atravessava a sua interpretação organicista e da história pátria” (p. 46). Com o fôlego soprado pelas ideologias mais reacionárias, todos os que disfarçavam, com a retórica clássica, a sua pobreza de ideias, deitavam um olhar rancoroso aos que manifestavam qualquer simpatia pelo racionalismo, pelo cientismo, pelo evolucionismp, pelo socialismo. E, ao mesmo tempo, propunham uma refundação de Portugal, com um retorno acrítico e mítico às fontes originárias da alma portuguesa. Assim viveu Portugal, desde 1932 até ao 25 de Abril de 1974. Durante esse período, sob o império do Estado Novo, profissionais insignes, estudiosos com relâmpagos de mocidade e de talento, como José Maria Pedroto, viam, diante de si, encerrados os portões de um apoio oficial ou privado. Descobriam-se isolados, num país que não os entendia.

 

José Maria Pedroto, treinador principal da equipa de futebol do F.C.Porto, faleceu novo, muito novo, com a idade de 56 anos de idade. Estou certo que, se a morte o não tem levado, em Janeiro de 1985, já teria publicado um livro onde revelaria muito do seu conhecimento que, nos anos em que pessoalmente o conheci, enchia o seu departamento de futebol, como um clarão. Aliás, no meu pensar, se vivo fosse, seria um treinador de futebol que poderia ombrear com os melhores treinadores do mundo todo. Nunca ensinei futebol a ninguém. Diante de um “agente do futebol” não me considero um professor, mas um aluno. De facto, que poderia eu ensinar a José Maria Pedroto, ao Artur Jorge, ao Fernando Vaz, ao José Mourinho (ainda os seus cabelos não tinham embranquecido e já tinha atingido um prestígio que me deslumbrou) e ao Jorge Jesus e a muitos jovens que há pouco se iniciaram nesta profissão? Mas, ainda na década de 70 do século passado, querer acompanhar-me numa genérica reflexão sobre Descartes, de modo a compreender o dualismo antropológico, presente no treino desportivo daqueles anos já distantes; entender, sem grande esforço, que era no âmbito das ciências humanas que o desporto poderia encontrar o paradigma que o pudesse fundamentar; e entender ainda, também sem grande esforço, que às disciplinas básicas de teor biológico, nos cursos de treinadores, deveriam estudar-se, com o rigor possível, outras disciplinas básicas de teor cultural – estou certo que até, nesta área, ele foi um pioneiro. Falei, telefonicamente, com o Rodolfo Reis, o “capitão dos capitães” do F.C.Porto: “Quem foi para mim o Mestre Pedroto? No futebol, não foi um Mestre, foi o Mestre!”. E, esclarecido, acrescentou: “E um Mestre no Futebol, porque era um Mestre na vida”. Um homem, de facto, de permanentes saudades do Futuro, porque o Futuro era o seu mundo. Se continuasse fisicamente, entre nós, não duvido que a sua figura ressaltaria nítida, afirmativa, refulgente, no futebol português e… no futebol internacional! E sempre com saudades do Futuro…    

 

Manuel Sérgio é professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana e Provedor para a Ética no Desporto

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Quando uma criança nasce… (artigo de Manuel Sérgio, 118)
16:53  -  16-12-2015
Fernando Medina ou o processo da decisão política (artigo de Manuel Sérgio, 117)
16:59  -  09-12-2015
Há uma comunidade científica no desporto português? (artigo de Manuel Sérgio, 116)
16:44  -  29-11-2015
Sem poesia, não há ciência (artigo de Manuel Sérgio, 115)
16:46  -  23-11-2015
A crise da esperança (artigo de Manuel Sérgio, 114)
16:39  -  15-11-2015
Lutaremos, meu Amor (artigo de Manuel Sérgio, 113)
23:44  -  08-11-2015
Jogar com os afetos (artigo de Manuel Sérgio, 112)
19:27  -  02-11-2015
Luís Filipe Vieira: ou um Benfica que enternece e cativa (artigo de Manuel Sérgio, 111)
16:24  -  26-10-2015
O último Benfica-Sporting e o novo campeão nacional (artigo de Manuel Sérgio, 110)
17:14  -  20-10-2015
A coisa mais importante das coisas pouco importantes (artigo de Manuel Sérgio, 109)
15:42  -  13-10-2015
Desporto e Humanismo ou o valor da transcendência (artigo de Manuel Sérgio, 108)
16:25  -  06-10-2015
Os treinadores portugueses no futebol internacional (artigo de Manuel Sérgio, 107)
23:13  -  29-09-2015
João Paulo S. Medina: - o “intelectual” do futebol brasileiro (artigo de Manuel Sérgio, 106)
00:04  -  23-09-2015
O último Porto-Benfica ou da biologia à cultura (artigo de Manuel Sérgio, 105)
18:11  -  15-09-2015
“Quem somos nós?” - a resposta do Desporto (artigo de Manuel Sérgio, 104)
18:20  -  08-09-2015
Joel Rocha – o “Mourinho” do futsal (artigo de Manuel Sérgio, 103)
18:35  -  02-09-2015
A História de Sísifo (artigo de Manuel Sérgio, 102)
17:34  -  28-08-2015
O mais relevante nem sempre é o mais mensurável (artigo de Manuel Sérgio, 101)
17:55  -  14-08-2015
Jorge Jesus: - o sublime iletrado! (artigo de Manuel Sérgio, 99)
18:54  -  07-08-2015
O que em mim sente está pensando (artigo de Manuel Sérgio, 98)
16:55  -  31-07-2015
A Cultura do Clube (artigo de Manuel Sérgio, 97)
21:45  -  21-07-2015
Do Jogo ao Desporto em Bourdieu e... não só (artigo de Manuel Sérgio, 96)
23:57  -  16-07-2015
Carta a Eugénio Lisboa (artigo de Manuel Sérgio, 95)
00:32  -  10-07-2015
António Simões: - o irmão branco do Eusébio (artigo de Manuel Sérgio, 94)
17:31  -  04-07-2015
Jorge Jesus ou a homeostasia organizacional (artigo de Manuel Sérgio, 93)
23:50  -  15-06-2015
No Benfica: estrutura ou carisma? (artigo de Manuel Sérgio, 90)
22:37  -  10-06-2015
Feyerabend e Ricardo Serrado no estudo de Lionel Messi (artigo de Manuel Sérgio, 89)
22:50  -  26-05-2015
Mais importante do que ter sucesso é ter valor! (artigo de Manuel Sérgio, 86)
00:30  -  23-05-2015
José Mourinho ou as razões da sua diferença (artigo de Manuel Sérgio, 85)
16:42  -  18-05-2015
É preciso, imperioso e urgente a continuação de J.J., no Benfica (artigo de Manuel Sérgio, 84)
18:16  -  10-05-2015
Roberto Carneiro: retrato de um ministro que eu conheci (artigo de Manuel Sérgio, 83)
16:30  -  01-05-2015
O empréstimo de jogadores é compatível com a ética? (artigo de Manuel Sérgio, 82)
16:54  -  20-04-2015
José Mourinho: por que será?... (artigo de Manuel Sérgio, 81)
17:17  -  14-04-2015
O Progresso Desportivo: - o que é isso? (artigo de Manuel Sérgio, 80)
19:15  -  07-04-2015
Mourinho escreve prefácio de livro de Manuel Sérgio, «O Futebol e Eu»
23:31  -  06-04-2015
O jornal “ A Bola” - desporto e humanismo (artigo de Manuel Sérgio, 79)
22:47  -  01-04-2015
Jorge Carlos Fonseca: o Presidente da República que é poeta (artigo de Manuel Sérgio, 78)
21:47  -  25-03-2015
Qual o fundamento radical na arbitragem? (artigo de Manuel Sérgio, 77)
16:34  -  21-03-2015
A Gestão do Desporto, segundo Gustavo Pires (artigo de Manuel Sérgio, 76)
16:40  -  13-03-2015
O Futebol é Anamnese... mesmo com Luís Figo? (artigo de Manuel Sérgio, 75)
17:47  -  07-03-2015
Ao Povo-Irmão de Cabo Verde (artigo de Manuel Sérgio, 74)
21:14  -  19-02-2015
“Cândido de Oliveira” - um livro inesquecível de Homero Serpa (artigo de Manuel Sérgio, 73)
21:10  -  12-02-2015
Só com os mesmos valores o diálogo é possível (artigo de Manuel Sérgio, 72)
17:04  -  08-02-2015
O modelo racionalista do jornal A Bola (artigo de Manuel Sérgio, 71)
16:32  -  01-02-2015
“A Bola”: uma práxis que é preciso manter (artigo de Manuel Sérgio, 70)
19:14  -  28-01-2015
Manuel Alegre: - um semeador de poesia (artigo de Manuel Sérgio, 69)
18:29  -  22-01-2015
Libertar o Direito e o Desporto ou um ensaio do Prof. Paulo Cunha (artigo de Manuel Sérgio, 68)
16:24  -  18-01-2015
A desparasitação do futebol ou a dupla Pinto da Costa-Pedroto (artigo de Manuel Sérgio, 67)
18:18  -  15-01-2015
O Desporto tem violência: - não é violento! (artigo de Manuel Sérgio, artigo 66)
17:57  -  10-01-2015
A “Arte da Guerra” no treinador Rui Vitória (artigo de Manuel Sérgio, 65)
00:17  -  07-01-2015
José Maria Pedroto: o conhecimento... (artigo de Manuel Sérgio, 64)
23:31  -  31-12-2014
Feliz Ano Novo ao Desporto Português (artigo de Manuel Sérgio, 63)
17:32  -  24-12-2014
A grande revolução de Jesus na Vida e... no Desporto! (artigo de Manuel Sérgio, 62)
17:53  -  20-12-2014
História e Filosofia das Ciências, no Desporto e... no Benfica! (artigo de Manuel Sérgio, 61)
22:56  -  17-12-2014
Uma resposta breve a Miguel Cardoso Pereira (artigo de Manuel Sérgio, 60)
18:57  -  11-12-2014
Desporto e Desenvolvimento ou um livro de Gustavo Pires (artigo de Manuel Sérgio, 59)
18:36  -  04-12-2014
Nossos contemporâneos (artigo de Manuel Sérgio, 58)
18:19  -  27-11-2014
Da Desconfiança à Solidariedade em Pinto da Costa e Filipe Vieira (artigo de Manuel Sérgio, 57)
23:19  -  20-11-2014
As incertezas da ciência (artigo de Manuel Sérgio, 56)
16:18  -  16-11-2014
O engenheiro Fernando Santos: - o mesmo e o diferente (artigo de Manuel Sérgio, 55)
18:39  -  11-11-2014
Ou interdisciplinaridade ou ignorância (artigo de Manuel Sérgio, 54)
10:25  -  08-11-2014
Carta Aberta ao Presidente da República de Cabo Verde (artigo de Manuel Sérgio, 53)
17:43  -  30-10-2014
Rui Jorge: e o treinador do Futuro (artigo de Manuel Sérgio, 52)
15:56  -  23-10-2014
O engenheiro Fernando Santos: o ser e o tempo (artigo de Manuel Sérgio, 51)
19:34  -  16-10-2014
O preparo físico dos nossos jogadores de futebol, 2.ª parte (artigo de Manuel Sérgio, 50)
17:38  -  11-10-2014
O preparo físico dos nossos jogadores de futebol (1) (artigo de Manuel Sérgio, 49)
22:14  -  03-10-2014
Eduardo Monteiro: perfil de um dirigente! (artigo de Manuel Sérgio, 48)
17:55  -  28-09-2014
A propósito do engenheiro Fernando Santos (artigo de Manuel Sérgio, 47)
16:47  -  22-09-2014
O campeão observado a dois ângulos de visão (artigo de Manuel Sérgio, 46)
00:24  -  18-09-2014
Há falta de treinadores negros (artigo de Manuel Sérgio, 45)
01:06  -  13-09-2014
Valdano: um homem que transporta uma frustração (artigo de Manuel Sérgio, 44)
18:39  -  08-09-2014
A grande revolução a fazer no futebol (artigo de Manuel Sérgio, 43)
18:36  -  03-09-2014
Mais Platão, menos Prozac! (Artigo de Manuel Sérgio, 42)
14:57  -  28-08-2014
Fiel ao Belenenses e... aos amigos! (artigo de Manuel Sérgio, 41)
18:38  -  17-08-2014
O Deus dos filósofos e os deuses do futebol (artigo de Manuel Sérgio, 40)
18:34  -  10-08-2014
O olho das rãs e o futebol (artigo de Manuel Sérgio, 39)
21:47  -  04-08-2014
“Francisco de Assis e Franscisco de Roma” - mais um livro de Leonardo Boff (artigo Manuel Sérgio, 38)
16:52  -  26-07-2014
“Preparar para Ganhar”: um livro de José Neto (artigo Manuel Sérgio, 37)
22:24  -  15-07-2014
O Futebol na Sociedade Pós-Capitalista ou a vitória da Alemanha (artigo Manuel Sérgio, 36)
00:43  -  07-07-2014
Código de Ética Desportiva (artigo Manuel Sérgio, 35)
16:35  -  02-07-2014
A Literatura e o Desporto: a propósito de Sophia (artigo Manuel Sérgio, 34)
20:53  -  27-06-2014
O Futebol e os Escritores (artigo Manuel Sérgio, 33)
22:45  -  22-06-2014
As dúvidas do Doutor Eduardo Barroso: as dele e as minhas! (artigo Manuel Sérgio, 32)
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Carta Aberta ao Ministro do Desporto do Brasil (artigo Manuel Sérgio, 31)
18:08  -  01-06-2014
Da poesia ao futebol (artigo Manuel Sérgio, 30)
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Factos e valores (artigo Manuel Sérgio, 29)
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Parabéns ao Benfica: na vitória e na derrota (artigo Manuel Sérgio, 28)
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Marco Silva: um grande treinador, com toda a certeza! (artigo Manuel Sérgio, 27)
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A grande revolução de Jesus ou o mundo que o desporto não tem (artigo Manuel Sérgio, 26)
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O 25 de Abril e o Futebol Português (artigo Manuel Sérgio, 25)
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Os mitos fundadores da Modernidade (artigo Manuel Sérgio 24)
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Ciência no Futebol e outras coisas mais... (artigo Manuel Sérgio 10)
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Os erros dos árbitros e os erros dos outros... (artigo de Manuel Sérgio 5)
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«O Desporto (o Futebol) não é violência» (artigo de Manuel Sérgio 4)
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«O Desporto e o Desafio do Sentido» (artigo de Manuel Sérgio 3)
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«O pensamento ético contemporâneo e o Desporto» (artigo de Manuel Sérgio 2)
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«O Desporto em que eu acredito» (artigo de Manuel Sérgio 1)
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