«Sporting nunca me contactou», garante Caixinha

Futebol 09-10-2019 08:55
Por Redação

Sem clube desde que deixou o Cruz Azul, do México, Pedro Caixinha foi um dos nomes apontado à sucessão de Marcel Keizer. O técnico, de 48 anos, assegura que nunca recebeu qualquer contacto por parte dos dirigentes leoninos.

 

«Nunca me contactaram. A última vez que estive com o Hugo Viana foi quando ele foi com um advogado ao México contratar o Borja. Ele contactou-me antes e, aí sim, estivemos juntos. Eu trabalhei com o Hugo Viana quando era adjunto do José Peseiro no Sporting e temos boa relação. Considero-o no mundo do futebol, mas nada se passou além disto que digo. Isso só pesaria na minha cabeça se o Sporting não tivesse treinador, mas por respeito ao Silas não pesa nada. Eu trabalhei com o Silas em Leiria e ele já era um treinador em campo. Não recebi qualquer contacto e tenho ambição de voltar e talvez treinar um grande, mas neste momento não vai acontecer», referiu em entrevista a A BOLA.

 

Caixinha assumiu ainda que tem a «ambição» de voltar a treinar em Portugal: «Tenho um percurso interessante nos meus últimos seis a oito anos de trabalho e creio que encaixo num padrão que passa por, primeiro, alcançar um trabalho meritório, de dois ou três anos em equipas médias ou médias altas, e depois passar para clubes maiores, como aconteceu com  Leonardo Jardim, Paulo Fonseca, Marco Silva ou com o próprio Sérgio Conceição. Quero continuar por fora ainda, em todo o caso, no México ou na MLS, como lhe disse, porque a liga dos Estados Unidos me entusiasma pela organização, pelo planeamento, pelo crescimento. Agora, é verdade que alimento uma certa ambição de regressar a Portugal e quero fazê-lo por um patamar intermédio, não terei qualquer problema com isso. Voltar para a Europa é sempre uma ideia de carreira, mas confesso que quando saí do Santos Laguna - portanto no final da minha primeira experiência no México - isso aconteceu muito por causa dessa ideia de Europa, que agora talvez tenha menos, ou pelo menos não tenha de forma tão imediata. É uma ambição, não uma preocupação.»

 

Leia a entrevista completa na edição imprensa de A BOLA desta quarta-feira.

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