Marinha confirma veracidade de vídeo com «fenómenos aéreos não identificados»

Estados Unidos 19-09-2019 21:22
Por Redação

Um oficial da Marinha dos EUA confirmou que os vídeos que se espalharam na internet com objetos voadores não identificados (OVNI) são reais.

 

No entanto, segundo a revista Time, não existia autorização do governo dos EUA para que as imagens fossem reveladas ao público.

 

Em declarações esta, Joseph Gradisher, porta-voz das operações navais da Marinha, confirmou que os três vídeos amplamente difundidos na internet dizem respeito a «fenómenos aéreos não identificados» E acrescentou.

 

«A Marinha designa os objetos contidos nesses vídeos como fenómenos aéreos não identificados», juntou.

 

Para Joseph Gradisher, foi uma surpresa a cobertura mediática dada às suas declarações e, particularmente, à sua classificação das incursões como fenómenos «não identificados», mas juntou que «esperava que ajudassem a desmistificar a questão».

 

«A razão pela qual estou a falar sobre isso é para levarem em consideração a seriedade do assunto», referiu o porta-voz.

 

Joseph Gradisher não especulou sobre os objetos não identificados que surgem nos vídeos, mas disse que geralmente provam ser objetos mundanos como drones e não naves espaciais alienígenas.

 

«A frequência de incursões aumentou desde os adventos dos drones e quadcopters», sublinhou.

 

Em 2017 e 2018, três vídeos de OVNI foram publicados pelo jornal New York Times, no âmbito do ‘Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais’, e pela ‘To the Stars Academy of Arts and Science’.

 

No primeiro vídeo, de 2004, conhecido como GIMBAL, é visível o encontro de um caça da Marinha com um objeto não identificado.

 

Segundo o porta-voz, «as investigações a estes fenómenos são motivadas pelo risco que representam para a segurança dos pilotos e para as próprias operações».

 

Destacando que os avistamentos ocorrem com frequência, Joseph revelou que os três estão a ser investigados pela Marinha.

 

Nas declarações ao The Black Vault, o representante explicou que a Marinha prefere que seja usada a designação de «fenómeno aéreo não identificado» e não OVNI, já que «a primeira é mais abrangente».

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