SEXTA-FEIRA, 24-03-2017, ANO 18, N.º 6264

Não existem notícias com o conteúdo procurado, em alternativa apresentamos as últimas 15 notícias.

Sara Rocha é a fiel (e única) depositária das esperanças nacionais numa medalha, esta sexta-feira, no Algarve
Sara Rocha à beira da medalha no Europeu de Pool
A bracarense Sara Rocha, atleta da Académica, está a duas vitórias de garantir para Portugal a primeira medalha nos Campeonatos Europeus de Pool, que se iniciaram dia 18 e decorrem até dia 28 do corrente mês nas 24 mesas montadas no Palace Hotel dos Salgados (Albufeira), no Algarve. Medalha de bronze na disciplina de Bola 10 nos Europeus da Áustria-2016, Sara Rocha venceu esta quinta-feira a suíça Yini Gaspar por claríssimos 6-0, nos 16avos-de-final do concurso individual feminino da disciplina de Bola 8, a mais popular em Portugal: embolsar um conjunto de sete bolas numeradas (da 1 à 7, ou da 9 à 15) e a bola preta, número oito, por último. Sara defronta bem cedo (9 horas) na manhã de sexta-feira a holanesa Melissa Rademakers, a abrir este terceiro dia consagrado à Bola 8 no Europeu, organizado em conjunto pela European Pocket Billiards Federation (EPBF) e pela Federação Portuguesa de Bilhar (FPB), que conta com 175 atletas de 35 países, e com entrada livre a todos os interessados. Caso Sara Rocha vença, seguem-se os quartos, às 15.30 horas, onde nova vitória confere, desde logo, a garantia de medalha: não há jogo de atribuição dos terceiro e quarto lugares nos Europeus desta variante do bilhar, pelo que os quatro semifinalistas discutem, depois, as duas medalhas de bronze (vencidos das meias-finais, às 17.30 horas), o ouro e a prata (final, 20 horas). Sara foi mesmo a única da dezena de atletas de Portugal a sobreviver na Bola 8 - terceiro torneio do Europeu, depois do Straight Pool e da Bola 10, segue-se a Bola 9 e a fechar as provas por equipas, em ambos os sexos – para o dia das decisões, numa disciplina em que, dos 11 atletas da Seleção, só Samuel Santos (Clube de Bilhar de São João da Madeira) não participou. Bruno Sousa, também da Académica, perdeu nos 32avos-de-final da Bola 8 com o finlandês Jani Uski (7-8), carrasco dos jogadores nacionais neste dia: venceria (8-6), depois, nos 16avos-de-final, o madeirense Miguel Silva (Academia de Bilhar Miguel Silva), que, nos 32avos-de-final, vencera categoricamente um dos monstros sagrados dos panos azuis, o holandês Nick van den Berg (8-3). Miguel foi, ainda assim, honroso 17.º Já Rui Edgar Franco (Sporting) bateu o cipriota Achilles Pittalis por 8-4, e depois o belga Joris Vaes por 8-3, para garantir lugar nos 32avos-de-final, onde não teve quaisquer chances (1-8) diante do sueco Tomas Larsson. Também Américo Francisco (CF Marecos) venceu o francês Alexandre Eve por 8-4, e depois o eslovaco Jaroslav Polach, por 8-5, para chegar ao quadro final dos últimos 64, onde caiu às mãos do russo Konstantin Stepanov (3-8). Nas senhoras, Marta Tavares (Sporting) perdeu 3-6 com a holandesa Tamara Peeters-Rademakers, e depois ficou na repescagem para os oitavos diante da espanhola Amalia Matas (2-6), jogadora do FC Porto e campeão europeia de Bola 10 na quarta-feira, já nos Salgados. Também do FC Porto, Vânia Oliveira Franco começou o dia com um desaire (1-6) diante de uma outra jogadora da Académica de Coimbra: a austríaca Jasmin Ouschan, já medalha de prata nestes Europeus em Straight Pool. Vânia jogou a repescagem para os oitavos-de-final com a alemã Melissa Suessenguth, onde ficou (3-6), concluindo a sua participação nesta disciplina. Antes, já Ana Oliveira (Académica) dissera adeus à prova: 1-6 com a alemã Kristina Grimm. Por último, Jorge Tinoco (Sporting), que perdeu 6-8 com o suíço Marco Steiner e foi eliminado logo no primeiro jogo do dia. E a continuar a saga adversa para Portugal nas negras, João Grilo (Sporting): perdeu com o checo Marek Hajdovsky (7-8) e foi eliminado nos 32avos-de-final.
Bilhar
00:00 - 24-03-2017
Aníbal Styliano
NUNCA TE ESQUEÇAS (grita-nos a Memória do futebol) (artigo de Aníbal Styliano, 16)
Sem memória é como viver sem rumo. Para se poder avançar para o desenvolvimento é necessário talento, esforço, organização e conhecimento alicerçado. Esse conhecimento advém também da investigação e da partilha. Uma das maiores riquezas da humanidade é precisamente a capacidade em divulgar informações, em aprofundar, por conta própria, incertezas e sucessivas descobertas no permanente jogo do esclarecimento e da dúvida. O futebol, como todas as paixões, desencadeia processos específicos, imparáveis, inexplicáveis. Querer saber mais, como se chegou aqui, quem fez e como fez, o que ajuda a fazer melhor, episódios únicos e testemunhos na primeira (na segunda e na terceira) pessoa, são alguns dos "mistérios" e ansiedades que muitos procuram desvendar. Em cada clube poderia haver um departamento (um grupo) para assumir a defesa do património específico e guardar factos que de outro modo se poderão perder para sempre. Lamentável e empobrecedor. Com as novas tecnologias já são necessárias caixas, grandes espaços, imenso papel, pois tudo pode ficar guardado numa dimensão virtual, sempre preparada para fazer regressar a vida de cada época, os contextos e os seus intervenientes diretos. Catalogar e guardar por datas, por temas, por categorias, por clubes, nunca foi tão fácil e tão sedutor. Posso afirmar que é um processo motivante. e reconfortante. Conheço vários investigadores do futebol (e não só) que em grupos nas redes sociais, em contínuas publicações sempre excecionais, revelam factos que nos encantam e surpreendem. Alguns fazem-no em discurso direto, outros recordando o que ouviram aos seus familiares, outros mediante pesquisas de grande mérito. Sei que já houve, no passado, tentativas para estruturar uma rede, uma entidade, que conseguisse filtrar, tratar e divulgar os vários tesouros que se encontram diariamente. Por incrível que possa parecer a muitos, nunca se conseguiu nada, as reuniões acabaram sempre infrutíferas. As entidades governamentais que tutelam o desporto, a FPF, entre outras, são as que têm maiores responsabilidades em dar passos significativos para que se concretizem ações e projetos de preservação de Memórias do nosso futebol. Por cada referência ou facto que se perca definitivamente (e esse risco é diário) ficámos mais pobres e mais atrasados. Podia citar uma lista vasta de investigadores de futebol, uns mais ligados a clubes, outros de forma mais geral e envolvente, mas todos com uma capacidade e rigor que aperfeiçoam com paixão diária (muitas vezes se equiparam a elevados graus académicos e profissionais). Assim se aprendem factos que poucas pessoas sabiam, decisões e obras que continuam esquecidas e que tanta ajuda podem sempre aportar. Mais do que reconhecimento público, precisamos de uma entidade com coragem, competência, capacidade e disponibilidade, para integrar todos estes tesouros e relíquias e enquadrar essa ação, de forma sistemática, coordenada e eficaz. O movimento associativo é, por si só, uma prova de excelência em servir a sociedade. Um país que conhece a sua história, que sabe de onde veio, que compreende a sua forma de estar, o que fez e o que pode fazer melhor, consegue evitar repetições de erros, perdas de rumo, o que é sempre uma boa estratégia para evitar desperdícios, alguns catastróficos, ainda que quase sempre impunes. Triste sina nossa (que tarda em ser corrigida). Mais do que identificar grandes investigadores (uns jovens, outros com mais idade, todos atuais), sugiro visitem as redes sociais e consultem artigos fantásticos que despertarão, de imediato, a atenção e a vontade em querer saber mais. Sem dificuldade, no facebook ( enão só) descobrirão contributos, investigações e grupos com grande valor, sempre imparáveis. A todos os que diariamente me ensinam mais, a minha gratidão e apoio para continuarem. NUNCA TE ESQUEÇAS (grita-nos de novo a Memória do futebol). Será que esse grito não incomoda quem o dirige e quem tem a obrigação de o saber defender, e muito particularmente proteger dos riscos graves que o cercam constantemente? Continuo a pensar que o conhecimento da História pode ser muito útil inclusive como eficiente defesa perante adversários poderosos, alguns utilizando meios nem recomendáveis, nem legais: a corrupção não desaparece só por que se deixa de falar nela. O que se conhece ganha sentido. Para os mais novos, sugiro que escrevam os episódios contados e vividos pelos membros das suas famílias; certamente descobrirão um bom primeiro passo para a tolerância, a responsabilidade e o carácter, com grande coesão da equipa "família": conceito que o desporto em geral, e o futebol em particular, conseguem alargar de forma imparável. Aníbal Styliano é Professor licenciado em História; treinador de futebol nível IV UEFA Pro Licence; diretor pedagógico da Associação de Futebol do Porto; membro da comissão de formação da Federação Portuguesa de Futebol e do conselho consultivo da Associação Nacional de Treinadores de Futebol.
Espaço Universidade
23:54 - 23-03-2017
Foto Pedro Rocha/ASF
«Renovação do meu contrato ainda não está em discussão», assinalou Abel Xavier, selecionador dos Mambas
Depois de ter sido apresentado, em janeiro de 2016, como novo selecionador de Moçambique, num processo que não reuniu consenso, mas que teve a firme posição do Presidente da Federação, Alberto Simango Júnior, Abel Xavier, que conquistou a simpatia dos adeptos e até dos seus detratores, tem este ano um vasto conjunto de compromissos - só que o contrato do antigo internacional português expira em outubro, um mês antes da derradeira eliminatória do CAN-Interno, cujo adversário, curiosamente, poderá ser Angola. Questionado sobre este impasse, Abel Xavier disse. «A renovação do meu contrato ainda não está em discussão. É óbvio que, no início deste processo, quando anunciámos as intenções entre vontade e necessidade do processo, falei com o presidente Alberto Simango. O meu contrato é válido por dois anos. É um contrato que, taxativamente, termina três meses antes, porque há uma manifestação de consenso entre as partes para continuarmos a trabalhar em conjunto», explicou. Segundo Abel Xavier, treinador dos Mambas, «quem começa um projeto desta natureza, sabe, efetivamente, que as competições que verdadeiramente contam são o apuramento para o próximo Campeonato Africano das Nações (CAN-2019) e o CAN-Interno, assegurando, depois, estar «focalizado no trabalho que está por fazer. Os Mambas, que este sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, defrontam Angola, somente entram na segunda eliminatória do CAN-Interno, entre 14 e 21 de julho, defrontando o vencedor do Madagáscar-Malawi.
Moçambique
23:42 - 23-03-2017
Foto ASF
Estreia de `Eusébio – História de uma Lenda’ reúne personalidades no CCB (fotos)
Personalidades de diversos quadrantes da sociedade portuguesa reuniram-se, na noite desta quinta-feira, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, para a estreia do filme `Eusébio – História de uma Lenda’. Fotos Carla Carriço/ASF
Futebol
23:39 - 23-03-2017
Nick Kyrgios (Foto AP)
Kyrgios pede multa para Gastão Elias
O australiano Nick Kyrgios insurgiu-se, nas redes sociais, contra o comportamento do português Gastão Elias durante o encontro com Horacio Zeballos, da primeira ronda do Masters 1000 de Miami. «Multem-no. Não podemos ter este tipo de comportamento no circuito», indignou-se, no Twitter, o 16.º colocado do ranking mundial, no seguimento da publicação de um vídeo em que se pode ver Gastão Elias a atirar a bola na direção da bancada, depois de perder um ponto. O português foi eliminado por Zeballos, em três sets, pelos parciais 7-6 (7/2), 2-6 e 5-7.
Ténis
23:21 - 23-03-2017
Final e ‘meias’ da Taça de Portugal em A BOLA TV
A BOLA TV vai transmitir em direto as meias-finais e a final da Taça de Portugal masculina em basquetebol. Gondomar é o palco da Final 8 e conta com a promessa de emoções fortes a começar com o Benfica a defender o troféu frente ao ‘tomba-gigantes’ Illiabum, que deixou pelo caminho o FC Porto. As ‘meias’, a que poderá assistir em direto n´A BOLA TV, realizam-se sábado com o momento mais esperado agendado para domingo, às 16 horas, igualmente em exclusivo e em direto em A BOLA TV. CALENDÁRIO Taça de Portugal - Final 8 23 de março (1/4 final) Jogo 1: Galitos Barreiro - Terceira Basket Club, 65-49 Jogo 2: CAB Madeira - Lusitânia, 83-75 24 de março (1/4 final) Jogo 3: Illiabum Clube - SL Benfica, às 18.30 horas Jogo 4: UD Oliveirense - Vitória SC, às 21.00 horas 25 de março (meias-finais) Jogo 5: Galitos Barreiro - CAB Madeira às 15.00 horas A BOLA TV Jogo 6: Vencedor do jogo 3 - vencedor do jogo 4, às 17.30 horas A BOLA TV 26 de março Final, às 16 horas – A BOLA TV
Basquetebol
23:04 - 23-03-2017
Foto ASF
Galitos Barreiro e CAB Madeira defrontam-se nas meias-finais da Taça de Portugal
O CAB Madeira será o adversário do Galitos do Barreiro na primeira meia-final de sábado da Taça de Portugal masculina em basquetebol, às 15 horas - transmissão direta em A BOLA TV -, após ter vencido os açorianos do Lusitânia por 83-75, no segundo jogo dos quartos de final do dia de ontem da LXVIII edição do troféu, a disputar-se até domingo no Multiusos de Gondomar. No jogo de estreia a equipa da margem sul do Tejo vencera a outra formação açoriana da prova, o Terceira Basket, por 65-49. Esta sexta-feira ficam completos os quartos de final com os jogos Illiabum-Benfica (18.30 horas) e Oliveirense-Vitória de Guimarães (21 horas) a ditarem os restantes dois semi-finalistas da prova organizada pela cidade de Gondomar em parceria com a Associação de Basquetebol do Porto.
Basquetebol
23:00 - 23-03-2017
ASF
«Somos um clube muito mais unido do que há 4 anos» - Bruno de Carvalho
Através de uma mensagem publicada na sua página de Facebook, Bruno de Carvalho realçou o trabalho que tem feito na presidência do Sporting, dizendo que cumpriu «um sonho de criança». Leia a mensagem na íntegra: «Faz hoje 4 anos que o Sporting Clube de Portugal voltou a ser nosso! Depois das eleições de 2011 e dos factos que ocorreram nessa noite e que são do conhecimento de todos, comprometi-me, com o Sporting Clube de Portugal e com os Sportinguistas, a lutar por um Clube cada vez mais forte, respeitado e sem complexos. De 2011 a 2013 a Sporting SAD atingiu um buraco financeiro de 100M€ e, no futebol, tivemos o pior resultado desportivo da nossa história, ficando num doloroso 7ºlugar no campeonato que então nos deixou fora das competições europeias. Em 2013, com o Sporting no coração e confiança no futuro, decidi, com o apoio da minha família e de milhares de Sócios e Adeptos, avançar novamente para a Presidência do Clube que é a maior potência desportiva nacional. Dia 23 de Março de 2013 cumpri o sonho de criança, e fui eleito o 42º Presidente do Sporting CP. Nestes 4 anos percorremos um caminho difícil, com Esforço, Dedicação e Devoção e conseguimos voltar a colocar o Sporting CP no lugar que é seu por direito, concretizando 120 medidas que prometemos e cumprimos. Enumero aqui algumas das que considero mais importantes: -Reestruturação financeira -Sporting TV -Auditoria de gestão -16 novas modalidades, com transferência para o Clube do total da receita de quotização e consequente aumento do investimento nas 51 modalidades. -Inauguração de novas Escolas Academia Sporting em Portugal e no Estrangeiro. E foi graças a estas e a muitas outras medidas integradas numa política de gestão rigorosa e, sobretudo, graças ao apoio dos melhores Sócios e Adeptos do mundo que atingimos os seguintes objectivos: -Passámos do 7º lugar para o 2º lugar com acesso direto à Liga dos Campeões em apenas 1 ano; -Passámos a ter lucros regularmente nas contas do Clube e da SAD; -Fizemos a maior venda de um jogador português para o estrangeiro e inscrevemos 4 jogadores no top 10 das maiores vendas da história do Clube; -Fizemos o maior negócio do futebol português relativo a direitos televisivos; -Conquistámos uma Taça de Portugal e uma Supertaça no futebol; -Conquistámos 2 troféus europeus (Taça CERS em Hóquei Patins e Taça dos Clubes Campeões Europeus de Atletismo Feminino); -Construímos o Pavilhão João Rocha que inauguraremos em breve; -Recuperámos 37 passes de jogadores; -Criámos a Gala Honoris Sporting; -Melhorámos as infraestruturas: Academia, Multidesportivo e Estádio; -Aumentámos o número de sócios em mais de 65 mil, atingindo o top 5 mundial com mais de 155 mil associados; -Aumentámos a assistência média no Estádio José Alvalade para mais de 40 mil espectadores por jogo; -Aproximámos os adeptos do Clube e superámos os 2,5 milhões de seguidores na plataforma Facebook, somando 2 milhões aos 600 mil que tínhamos . Dia 4 de Março foi mais um dia importante na vida do nosso Clube, tendo batido o recorde de votantes nas eleições e mostrámos, uma vez mais, a vitalidade e grandeza do Sporting clube de Portugal. Foi com orgulho que vi aquele mar de gente que perdeu horas nas filas para poderem votar. E foi com muita alegria que pude ser reeleito com a confiança da grande maioria dos Sportinguistas, tornando-me no Presidente eleito com o maior número de votos e de votantes. Não há dúvidas de que hoje somos um Clube muito mais unido do que há 4 anos, e é com esta força e com esta vitalidade que, tenho a certeza, cumpriremos o imperativo de oferecer a justa e merecida Glória aos Sportinguistas de sermos campeões nacionais de futebol, por mais do que uma vez. É por todos vocês que eu e a minha direção vamos continuar a trabalhar 24 horas por dia. Viva o Sporting Clube de Portugal!»
Sporting
22:30 - 23-03-2017
Foto EPA
Colómbia vence (1-0) Bolívia com golo de James
Em posição delicada para chegar ao Mundial da Russia em 2018, a Colômbia alcançou uma importante vitória sobre a Bolívia. Em Barranquilla, a equipa de José Pekerman só chegou ao golo ao minuto 83, quando James Rodríguez empurrou a bola para a baliza boliviana após falhar uma grande penalidade. Com este resultado, a Colômbia subiu provisoriamente ao 3.º lugar do grupo de qualificação sul-americano, com 21 pontos. A Bolívia é 9.ª, com 7 pontos.
Mundial 2018
22:27 - 23-03-2017
Foto AP
Saiba o que disse Ronaldo a Benzema sobre a final do Europeu
Em entrevista à RMC, Karim Benzema deu a conhecer o sentimento que tomou conta de Cristiano Ronaldo momentos antes do pontapé de saída da final do Euro-2016 entre Portugal e França. «A única coisa que ele me disse foi que, ao ver o aquecimento de França, percebeu que os jogadores estavam descontraídos. E disse aos seus companheiros que iam ganhar», desvendou o avançado, companheiro de equipa do português no Real Madrid. «Há uma cumplicidade especial com Cristiano porque estamos há oito anos juntos. Ele está sempre bem posicionado e faz boas desmarcações. Está a marcar menos golos mas faz mais assistências», comentou Benzema, concluindo: «É um goleador, faz a equipa ganhar. Marca nos jogos importantes e nunca fica contente se não ganhamos.»
França
22:23 - 23-03-2017
Ederson fica no banco frente ao Uruguai
Convocado pela primeira vez para a seleção principal brasileira, Ederson, guarda-redes das águias, não foi o escolhido de Tite para as redes canarinhas. Alisson, da Roma, irá assumir a titularidade frente ao Uruguai.
Benfica
22:08 - 23-03-2017
Isco (Foto AP)
Iniesta revela o que pensa de Isco
Com Isco na mira do Barcelona, Andrés Iniesta não se coibiu de manifestar, publicamente, a sua opinião sobre o jogador do Real Madrid. E sobraram elogios. «Isco é um jogador fantástico, com um talento brutal. Há muitos anos que está a um bom nível e representa uma das melhores equipas do mundo. É um jogador importante, ainda é jovem e tem muitos anos pela frente para continuar a crescer e evoluir», vaticinou o médio de 32 anos, durante o estágio da seleção de Espanha. O Barcelona estará interessado na contratação de Isco em 2018, quando termina o vínculo do jogador com o emblema merengue.
Espanha
22:00 - 23-03-2017
David de Gea (Foto AP)
De Gea identifica principal qualidade de Mourinho
A cumprir a primeira época às ordens de José Mourinho no Manchester United, David De Gea descortinou já aquela que considera ser a principal qualidade do treinador português. «A melhor qualidade dele é a força que transmite. Mourinho é muito ambicioso», realçou o guarda-redes espanhol, de 26 anos, em declarações à Castilla-La Mancha Televisión.
Manchester United
21:44 - 23-03-2017
Gustavo Pires
Manuel Sérgio e o Sentido de Transcendência no Desporto (artigo de Gustavo Pires, 59)
Na linha de pensamento de Manuel Sérgio, defendemos que a motricidade humana, nas suas especialidades, ao integrar o desporto, tal como, entre outras, a dança, a reabilitação, as atividades físicas e recreativas, a ergonomia, a disciplina curricular de educação física que se devia designar de motricidade humana bem como os trabalhos oficinais e os trabalhos circenses, fundamenta uma visão filosófica do Movimento Olímpico uma vez que este se trata de “um processo, adaptativo, evolutivo e criativo” em que o atleta é um “ser práxico”, carente dos outros e do mundo em busca da sua própria superação e transcendência. É neste sentido que entendemos a expressão “citus, fortius, altius”, idealizada com esta ordem das palavras pelo frade Henri Didon que, pela primeira vez, surgiu associada ao MO no frontispício do nº1 do “Bulletin International des Jeux Olympiques” publicado em 1894 que é uma espécie de relatório daquilo que se passou no 1º Congresso Olímpico realizado, naquele ano na Sorbonne em Paris, por iniciativa de Pierre de Coubertin. A primeira vez que Coubertin utilizou a máxima olímpica aconteceu na edição de 25 de Outubro de 1894 do jornal “Les Sports Athlétiques” através de um artigo intitulado “Le Bilan du Congrès de Caen” onde se manifestou contra os ataques dos prosélitos da educação física, sobretudo dos médicos, que acusavam a prática desportiva de causar desvios e deformidades. Coubertin arguia que os jovens desportistas recebiam como palavras de ordem o famoso “citius, fortius, altius” pelo que, para além das deformidades inventadas pelos médicos, o que os desportivos ambicionavam era serem mais rápidos, mais fortes e mais ágeis. Posteriormente, Coubertin ainda utilizou o lema olímpico com o “altius” em último lugar na revista “Cosmopolis” de Abril de 1896 tendo, inclusivamente, feito uma alusão ao próprio frade Didon. Disse ele: “Todo o atletismo está contido nessas três palavras que o frade Didon ofereceu como lema do desporto aos estudantes da sua escola no final de um jogo de futebol: Citius, fortius, altius, mais rápido, mais forte, mais alto. Elas formam um programa de beleza moral. A estética do desporto é uma estética imaterial”. Depois da morte do frade Didon, que aconteceu a 13 de Março de 1900, num texto publicado em 1901 onde abordava a problemática da educação pública, Coubertin voltou a referir-se o lema olímpico. Contudo, já não o fez utilizando a mesma ordem das palavras. Utilizou a ordem das palavras que hoje é conhecida: “Citius, Altius, Fortius”. Referiu-se ainda ao lema olímpico com a mesma ordem das palavras, em 1912, a propósito dos Jogos Olímpicos de Estocolmo (1912) num texto intitulado “Une Olympiade à Vol d`Oiseau”. Entretanto, a Europa estava em vésperas de viver a catástrofe da 1ª Guerra Mundial. Pelo que o lema olímpico teve poucas possibilidades de se afirmar enquanto rutura do desporto relativamente às escolas de ginástica integradas na educação física. Por isso, a divisa olímpica só começou a ser formalmente utilizada a partir de 1921 quando passou a constar na capa da Carta Olímpica com as palavras ordenadas da maneira que hoje é conhecida: “citius, altius, fortius”. Do exposto, resulta uma questão fundamental: Porque é que a palavra “altius” deixou de estar colocada em último lugar? A palavra-chave que nos pode ajudar a resolver este imbróglio é a palavra transcendência, caída em desuso no Movimento Olímpico sobretudo a partir dos anos sessenta com a entrada da televisão nos Jogos Olímpicos e o consequente processo esquizofrénico de comercialização dos Jogos Olímpicos como Guilherme de Oliveira Martins referiu no recente Colóquio sobre Manuel Sérgio que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian. O conceito de transcendência foi introduzido no desporto moderno através do designado Cristianismo Muscular enquanto corrente filosófica e religiosa que surgiu em Inglaterra nos anos cinquenta do século XIX a fim de envolver o desporto numa dimensão religiosa e ultrapassar as dificuldades levantadas pelas igrejas cristãs relativamente à prática desportiva ao Domingo desenvolvida, desde o início do século, nas Escolas Públicas em Inglaterra cujo principal percursor foi Thomas Arnold (1795-1842) quando, de 1828 a 1841, exerceu as funções de diretor da Escola Pública de Rugby. A pergunta que desencadeou o Cristianismo Muscular foi a seguinte: Porque é que não se pode praticar desporto ao domingo? Tudo começou com uma polémica. Num primeiro momento foi desencadeada pela publicação de um livro da autoria do clérigo Charles Kingsley intitulado ˝Two Years Ago” onde o autor teceu algumas reflexões de carácter positivo relativamente ao desporto tais como a de considerar que a prática desportiva era um excelente cartão de apresentação. Ele defendia que: “... nos campos de jogos, os rapazes adquirem virtudes que nenhum livro lhes pode dar; não apenas ousadia e perseverança, mas, melhor ainda, calma, autodomínio, justiça, honra, aprovação sem invejas do sucesso do outro, e todos os aspetos da vida que sustentam o homem numa boa posição quando ele vai para vida, sem a qual, de facto, o seu sucesso será sempre mutilado e parcial”. Num segundo momento, outro clérigo, de seu nome T. C. Sandars um tradicionalista que reprovava a prática desportiva ao Domingo, publicou no jornal ῎Saturday Review῎ (21-02-1857) uma crítica contundente ao livro de Kingsley lançando um anátema sobre os desportistas que não respeitavam o Domingo, o dia do Senhor, dedicando-se, sem qualquer pudor religioso, à prática desportiva que Sandars, de uma forma pejorativa, designou de Cristianismo Muscular. No terceiro momento, perante os receios do clérigo Kingsley quanto às reações negativas que a expressão Cristianismo Muscular podia desencadear relativamente ao desporto, Thomas Hughes que era amigo e companheiro político de Charles Kingsley, com um sentido operacional da vida próprio de um treinador de boxe que era, passou ao ataque e começou a utilizar a expressão Cristianismo Muscular atribuindo-lhe um sentido eminentemente positivo. E Hughes até era a pessoa mais indicada para o fazer na medida em que, de 1834 a 1842, havia sido aluno da Escola Pública de Rugby, quer dizer, ao tempo em que Thomas Arnold foi seu diretor. E, em 1857, publicara o livro “Tom Brown’s Schooldays”, uma espécie de autobiografia que descrevia a vida dos estudantes da Escola Pública de Rugby. E, a fim de reagir às críticas de Sanders, em 1861, escreveu o livro “Tom Brown at Oxford“ que era a continuidade do anterior onde acabou por conferir à expressão Cristianismo Muscular uma conotação positiva uma vez que fez uma distinção entre “cristãos musculados” (muscular Christians) e “homens musculados” (musclemen) quer dizer, entre atletas cristãos com convicções religiosas relativamente aos ensinamentos de Cristo e atletas sem convicções para além da prática desportiva, isto é, desprovidos de doutrina cristã à qual deviam subordinar o seu entusiasmo pelo desporto. Para Thomas Hughes “o corpo era dado por Deus ao homem para ser treinado e subjugado para, de seguida, ser usado na proteção dos fracos e na promoção de todas as causas justas”. A partir de então, o desporto, na lógica do Cristianismo Muscular, passou a ser entendido como um meio com vista à transcendência religiosa da pessoa humana que, do ponto de vista filosófico, encontrava as suas raízes no Novo Testamento, entre outros em São Paulo que utilizava metáforas de conteúdo atlético a fim de exemplificar os desafios de uma vida cristã. Vejamos alguns exemplos: • A busca da transcendência: “não sabeis que os vossos corpos são templos do Espírito Santo, que habita em vós, o qual tendes da parte de Deus? Tu não és propriedade de ti próprio”. • A necessidade de auto-disciplina: “não sabem que numa corrida todos os corredores correm, mas um só leva o prémio? Correi de maneira a ganharem o prémio. Todos os que competem nos jogos fazem-no devido a um treino rigoroso. Eles fazem-no por uma coroa que não durará muito, nós fazemo-lo para obter uma coroa que durará para sempre. • O cumprimento do dever: Travei uma boa luta, terminei a corrida, mantive a fé. • Atingir o objetivo: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Posteriormente, o Cristianismo Muscular também foi influenciado pelo pensamento de Jean Jacques Rousseau (1712-1778) através do clássico “Emile” (1762) onde o pedagogo enfatizava a importância da atividade física no desenvolvimento do caráter moral. Para Rousseau “quanto mais fraco era o corpo, mais tirano se tornava; quanto mais forte era o corpo, mais ele obedecia”. O que aconteceu foi que, o Cristianismo Muscular deu lugar a uma tríade virtuosa que desencadeou a promoção do modelo inglês de prática desportiva por todo o mundo, constituído: (1º) Pelo desporto que atraia a juventude; (2º) Pelo cristianismo que lhe dava uma orientação de vida; (3º) Pelo imperialismo que colocava a prática desportiva ao serviço dos desígnios da fé Cristã e do Império Britânico. Foi este sentimento de transcendência simbolizado pelo Cristianismo Muscular que Coubertin foi buscar às Escolas Públicas inglesas nas suas várias visitas a Inglaterra. E foi, certamente, este sentimento que Pierre de Coubertin transmitiu ao frade Henry Didon quando, a partir de 1890, com ele travou conhecimento do qual resultou uma forte amizade entre ambos. Didon não era um frade qualquer. Era um frade dominicano com uma extensa e profunda obra teórica no domínio do cristianismo. Por isso, não é de estranhar que tenha refletido profundamente sobre a máxima que transmitiu aos seus alunos na distribuição dos prémios no final de uma competição desportiva. Assim sendo, a palavra “altius” no sentido da entrega a Deus certamente que não surgiu por mero acaso em último lugar. Esta é, de resto, a opinião dos diversos investigadores que se têm dedicado ao tema. CFoubertin, como já referimos, adotou o lema e nos seus discursos respeitou a ordem das palavras até 1900 ano em que Didon faleceu. Posteriormente, começou a utilizar a ordem que hoje é conhecida: “Citius, altius, fortius”. Porquê? Norberto Muller um dos mais conceituados investigadores no domínio do Olimpismo e do pensamento de Pierre de Coubertin, nos comentários que faz à obra de Coubertin, afirma não saber porque é que aconteceu tal mudança. Quanto a nós, e, a partir de agora, entramos no domínio da especulação, Coubertin mudou a ordem das palavras na medida em que a dimensão internacionalista do projeto olímpico a isso o obrigou. Ele desejava uma dimensão transcendental para o Movimento Olímpico, contudo, não era qualquer sentido de transcendência que lhe interessava instituir. Quer dizer, a Charles Kingsley, a Thmas Hughes e a Henri Didon interessava-lhes uma transcendência religiosa cristã, todavia, a Coubertin, interessava-lhe uma transcendência que não estivesse comprometida com nenhuma religião em especial, quer dizer, uma transcendência laica, temporal na medida em que o que ele desejava era instituir um nova religião, a religião olímpica, à margem de quaisquer outras religiões, condição “sine qua non” para o êxito do processo internacionalista que ele desejava para o Movimento Olímpico. À pergunta, “O que é o Olimpismo?”, em 1918, Coubertin respondeu com a seguinte definição: “É a religião da energia, o cultivo de uma intensa vontade desenvolvido através da prática dos desportos masculinos, com base na higiene adequada e espírito público, rodeado de arte e pensamento...”. Ele via a competição olímpica como um instrumento de ação ecuménica quando, no livro “Memórias Olímpicas” afirmava o Olimpismo como uma religião que, enquanto superestrutura ideológica, devia representar: (1º) Uma doutrina: os princípios do Olimpismo; (2º) Os dogmas: os valores do Olimpismo; (3º) Um culto: o da competição em busca da excelência; (4º) Uma igreja: o COI, desde 1913 com sede em Lausanne onde se reúne a nomenclatura eclesiástica. Neste sentido, o atleta, antes das performances, dos recordes e das medalhas, devia conhecer-se a si próprio. Nesta perspetiva, Coubertin, em 1923, até fez cunhar numa medalha que designou de “penetração desportiva” a ser distribuída por todo o continente africano. Dizia a medalha numa das suas faces: “Athletae proprium est se ipsum noscere, ducere et vincre”, quer dizer, “é dever e essência do atleta conhecer-se, conduzir-se e superar-se. Embora o “citius, altius, fortius” tenha, como já referimos, acabado por ser instituído a partir de 1921 ainda ao tempo da liderança de Coubertin, contudo, a sua dimensão transcendental acabou por se perder em virtude do racionalismo utilitarista que passou a envolver o desporto. O culminar do processo aconteceu nos Jogos Olímpicos de Roma (1968) quando, pela primeira vez, a televisão surgiu com uma forte carga comercial. O dinheiro, a partir de então, tomou conta do Movimento Olímpico que, hoje, tal como muitos Comités Olímpicos Nacionais (CONs) se encontra numa situação muito complicada não por ter dinheiro a menos mas, precisamente, por ter dinheiro a mais. Dinheiro a mais que tem vindo a destruir os seus princípios e os seus valores e a afastá-los de uma verdadeira ética de autenticidade. Manuel Sérgio, ao avançar para uma Epistemologia da Motricidade Humana tem vindo de há mais de trinta anos a esta parte a chamar a atenção para a necessidade de, em matéria de desporto, se recuperar uma ética de transcendência laica sustentada nos valores da condição humana que, para além da obsessão política pelos recordes e pelas medalhas olímpicas, lhe dê o sentido espiritual a fim de, verdadeiramente, o colocar ao serviço do Homem. Assim sendo, na linha de pensamento de Manuel Sérgio diremos que o Movimento Olímpico do século XXI, para além das medalhas olímpicas e dos rankings dos países ou será ético-espiritual ou não será. Gustavo Pires é professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana
Olimpismo
21:35 - 23-03-2017
Gastão Elias eliminado por Zeballos em Miami
O português Gastão Elias, 89.º posicionado na lista mundial, cedeu a vantagem de um set e perdeu, esta quinta-feira na primeira ronda do Masters 1000 de Miami frente ao argentino Horacio Zeballos. Depois de vencer a primeira partida por 7-6(7-2), Gastão cedeu os parciais seguintes por 2-6 e 5-7, ao fim de duas horas e meias de jogo. João Sousa, o outro português em prova, defronta na sexta-feira o italiano Fabio Fognini, jogo referente à 2.ª ronda.
Ténis
21:30 - 23-03-2017

destaques