QUINTA-FEIRA, 27-08-2015, ANO 16, N.º 5689
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destaques

Ninfomaníaca? Ser mulher? Ou foi outra coisa que irritou Mourinho...
Para lá do que se vê Ganhou fama como uma foto que não era a sua, mas agora os holofotes caíram sobre si – Eva Carneiro, a médica do Chelsea que nada tem de Portugal a não ser o nome. Nasceu em Gibraltar, filha de pai espanhol e mãe inglesa. Em criança gostava de ballet e equitação, além de dançar salsa e samba. Mas uma viagem ao México, mudou-lhe por completo o destino. Conheceu o futebol durante o Mundial de 1998, ganhando um ´bichinho´ que não mais largou, tornando-se ´especialista´ no desporto-rei. Estudou medicina, mas rapidamente direcionou a sua carreira para o desporto, tendo passado dois anos num instituto médico desportivo em Melboune, na Austrália. Em Londres, acompanhou a seleção feminina de futebol inglesa e trabalhou de perto com os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008. É simpatizante do Real Madrid, mas só tem olhos para os ´blues´, afinal é o Chelsea que lhe paga o ordenado. Começou por trabalhar nas reservas, até chamar a atenção de Andre-Villas Boas que a levou diretamente para o banco da equipa principal. Ele saiu, mas ela permaneceu apesar de todos os comentários sexistas por ser mulher. Até agora, até declarar guerra a Mourinho quando decidiu ir atrás de um jogador quando o ´special one´ dizia ser só cansaço. Uma decisão que nada surpreendeu Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado que a acusou de ser ninfomaníaca e ter relações com os jogadores. Afinal, qual foi o pecado de Eva? Nunca foi de estar parada, já desde criança tinha o ´bichinho´ do desporto. Praticou equitação e dançou ballet, mas não foi muito além – em ambos tinha dores e lesões musculares, que aligeirava com repouso, mas sabia que nunca poderia ser uma atleta de elite. Decidiu mudar de ares. Teve a ideia de ser médica e foi parar ao futebol. A caminho do México apaixonou-se pelo futebol ao ver jogar a seleção brasileira Chama-se Eva Carneiro, o apelido induz em erro, além de que, ganhou fama com uma foto que não era dela, mas sim da modelo russa, Eliska Kovarova. Filha de pai espanhol e mãe inglesa, nasceu em Gibraltar a 15 de setembro de 1973. Tinha 16 anos quando escolheu a profissão ao ver um jogo da Liga dos Campeões – queria ser como os médicos que corriam do banco para assistir os jogadores com dificuldades. Estudou medicina em Nottingham onde mais tarde se mudou para Melboune, especializando-se em medicina desportiva. A passagem pela Austrália fez com que ficasse fã de surf, modalidade que ainda pratica. «Passar um dia inteiro a surfar em boa companhia é a melhor coisa que pode haver». O contacto com o futebol propriamente dito, surgiu mais tarde, durante uma viagem ao México, na mesma altura que decorria o Mundial de 1998 e a cidade se enchia de turistas brasileiros, que se juntavam em grande festa para ver a sua seleção jogar. Com tanta animação, Eva não conseguiu ficar indiferente, todo aquele frenesim mexeu com ela. Mal sabia, que depois daquele dia, nunca mais seria a mesma. «Viajava para o México e paramos numa cidade que era o destino de lua-de-mel dos brasileiros. Eles fizeram uma festa para celebrar o jogo do Brasil. Na época estava mais interessada em aprender a sambar. Os brasileiros dançaram depois de cada golo e durante o intervalo. No final do jogo estava viciada em futebol e samba». A paixão e o sonho levaram-na a mudar-se para Londres, onde tirou o mestrado e trabalhou para o West Ham, enquanto completava a tese de doutoramento. Nessa altura, Eva trabalhou no Instituto Médico Olímpico, onde acompanhou os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008, e exerceu funções na Federação Inglesa de Futebol (seleção feminina). Do reinado com Villas-Boas à repulsa com José Mourinho O verdadeiro sonho de Eva concretizou-se em 2009, quando ingressou no Chelsea, o clube londrino liderado pelo magnata russo, Roman Abramovich. Começou por trabalhar com as camadas jovens e nas reservas até que, chamou a atenção de Andre-Villas Boas, o português campeão que tinha acabado de trocar o FC Porto rumo ao desconhecido. A 16 de agosto de 2011, Villas Boas não pode contar com Paco Biosca, o novo chefe espanhol do departamento médico do clube - não tinha os papéis em ordem a tempo de se sentar no banco durante os jogos dos ´blues´. Um erro burocrático que acabou por ser a chave de ouro para Eva, que saltou das reservas diretamente para o banco durante a abertura da ´Premier League´. O êxito foi tanto que nunca mais deixou de acompanhar a equipa. O sexismo por ser mulher O mediatismo de haver uma mulher no banco fez com que se tornasse uma figura reconhecida em todo o mundo, mesmo que nem sempre pelas melhores razões. A primeira vez que Eva teve que lidar com o facto de ser uma mulher médica num mundo dominado pelos homens, aconteceu durante uma viagem ao Brasil. Durante o voo, uma senhora entrara em trabalho de parto. «O meu português era tão mau que nem consegui perceber que estavam a perguntar se havia algum médico. Felizmente, havia um brasileiro a bordo que respondeu rapidamente ao pedido, e depois ajudei-o». Apesar de ter ajudado a fazer um parto em pleno avião, Eva não gostou da forma como foi tratada pela imprensa brasileira. Podia ler-se: «um médico e uma enfermeira fizeram o trabalho de parto». Estereótipos à parte, em Stamford Bridge ninguém a esqueceu. Mesmo depois da saída de Villas Boas, continuaram a chamar Eva ao banco principal...e seguiram-se outros reinados - Di Matteo, Rafa Benitez e o ´special one´, José Mourinho. Eva que outrora era uma mera desconhecida, começou a ganhar fama, e tornou-se um alvo fácil para os constantes piropos nos estádios ingleses, tanto que, impulsionou uma campanha contra o sexismo em Inglaterra. Do seu lado, tinha a Ministra britânica do desporto, Helen Grant, que veio a público exigir que se atuasse mais contra a discriminação. E quando tudo parecia mais calmo, a bomba voltou a explodir, e Eva voltou a ser o centro das atenções. O pecado de Eva No Chelsea, Eva tinha a exclusiva missão de se preocupar com a saúde dos jogadores, mas para Mourinho, Eva falhou num aspeto – esqueceu-se do jogo e de pensar como um treinador em situações de risco. Se antes era considerada a musa dos ´blues´, hoje é uma carta em cima da mesa. Eva esperou mais de uma década até cumprir o sonho, e agora caiu do pedestal. A razão? Não caiu nas graças de José Mourinho durante o jogo frente ao Swansea, quando Eden Hazard apresentou problemas físicos, numa altura em que o Chelsea jogava reduzido a dez elementos. Mourinho não queria que lhe fosse prestada assistência, insistia que o jogador estava apenas cansado, mas o árbitro deu ordem e Eva seguiu o fisioterapeuta Jon Fearn para dentro de campo. Momentaneamente, o Chelsea jogou apenas com nove elementos, o que não agradou a Mourinho. Para piorar a situação, Eva recorreu às redes sociais para agradecer as muitas mensagens de apoio, o que acabou por condenar a sua posição no banco de suplentes. Quem manda no banco é Mourinho, e desde então, Eva não voltou a ser convidada a sentar-se nele. A questão é iminente: permanecerá ligada ao Chelsea? Não sabemos, mas a verdade é que Eva simpatiza com o Real Madrid, mas desde que trabalha em Londres só tem olhos para os ´blues´. E em Espanha, uma recente petição ´online´ já fez um apelo para que a médica assine pelo Barcelona. Ninfomaníaca? Os ´affairs´ com os jogadores do Chelsea E o calvário de Eva parece não ter fim. Depois da ´guerra´ com Mourinho, foi a vez de Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado dar que falar. «Ela arruinou a minha vida. A Eva disse-me que dormiu com um dos jogadores». Ao jornal ´The Sun´, Rupert não poupou nas críticas à ex-companheira e acusou-a de ter escondido casos amorosos. «Orgulhava-se de ser popular entre os jogadores. Adora ser o centro das atenções». O antigo namorado revelou ainda que, algumas vezes, «elementos do plantel do Chelsea ligavam-lhe à noite a dizer que tinham problemas musculares». Eva saía de casa às 21 ou 22 horas e só voltava no dia seguinte. «A Eva é uma mulher muito sexual e poucas pessoas sabem como ela é. É cruel e consegue tudo o que quer, sempre que o quer. Eu estava obcecado com ela e já estávamos a planear uma família, mas ela usou-me e deitou-me fora. É ambiciosa e não tem escrúpulos. A Eva adora sexo, fazíamos amor todos os dias. É uma ninfomaníaca». ...
Estilos e Espantos É muçulmano, nasceu na Bélgica e é um dos diamantes da fórmula mágica de Loius Van Gaal. Dentro dos relvados, é uma espécie de Pablo Osvaldo – já foi suspenso por agredir um adversário em pleno jogo; quase que enganou José Mourinho; foi apanhado pela polícia quando conduzia alcoolizado. Fora de campo, é um verdadeiro Don Juan, e até já teve que fugir das mulheres - primeiro namorou uma Miss, depois apaixonou-se por uma atriz pornográfica e agora ao que parece namora com uma modelo que já foi capa da Playboy. Azar no jogo ou sorte no amor? Saiba o que andou a fazer Marouane Fellaini... Tem 1,94m e uma cabeleira estilo ´black power´, mas também sabe jogar futebol. Tinha oito anos quando começou a dar os primeiros pontapés na bola. Fellaini é muçulmano, filho de Abdellatif, um ex-guarda-redes marroquino que passou pelo Raja Casablanca na década de 80. Na altura, o pai chegou a assinar contrato com o Racing Mechelen, clube modesto da Bélgica, mas o Raja recusou-se a emitir os documentos necessários para a transferência e a negociação ficou desfeita. Não quis voltar a Marrocos, e tornou-se motorista de autocarros na Bélgica. A 22 de novembro de 1987, nascia Marouane Fellaini, um outro astro do futebol. Trocou Liverpool por Manchester para fugir ao assédio das mulheres Fellaini brilhou com a camisola do Everton entre 2008 e 2013, altura que despertou o interesse do Manchester United, liderado por David Moyes, o seu antigo técnico na equipe de Liverpool. No verão de 2013, mudou-se para Old Trafford, no último dia da janela de transferências (em troca de 32,4 milhões de euros). Mas a primeira temporada não foi fácil – prejudicado por lesões e má forma, oscilou entre a titularidade e o banco de reservas. Apesar disso, o técnico escocês durou apenas dez meses no comando do Manchester United, antes de ser demitido. A equipa terminou em sétimo no campeonato e foi a vez de Louis Van Gaal assumir o poder. Uma oportunidade para Fellaini, que caiu nas boas graças do novo treinador. «Van Gaal exige muito nos treinos, assim como no jogo. Ele é assim. Gosta quando os jogadores dão tudo, isso deixa-o feliz. Se não for assim, discute e grita. Cada dia aprendemos algo». Agressões, fuga à autoridade e mulheres Marouane Fellaini bem tenta manter-se longe dos holofotes mas sem sucesso. O ex-jogador do Everton admitiu ter feito as malas para a cidade de Manchester devido ao assédio de que era alvo por parte das adeptas em Liverpool. «As mulheres não me largavam. Era demasiado. Em Manchester, não sou tão reconhecido e sou tratado de forma mais respeitadora. Não quero ser uma estrela, apenas jogar futebol». E quando não estava a ´fugir´ das mulheres, eram os adversários que fugiam dele nos relvados. Já no Manchester, Fellaini, foi castigado com três jogos de suspensão por ter agredido Ryan Shawcross do Stoke City. A 15 minutos do final da partida, o belga agrediu Ryan Shawcross com uma violenta cabeçada na sequência da marcação de um livre. Para piorar a situação, chegou a ser apanhado pela polícia quando conduzia alcoolizado. O episódio aconteceu na madrugada após a vitória da equipe sobre o Liverpool. O irmão, um tal de Mansour que atrapalhou Mourinho No dia em que o Chelsea iria receber o Manchester United, José Mourinho viveu um momento de alvoroço no hotel onde os ´blues´ estavam instalados. Tudo porque Mansour – o irmão de Marouane apareceu na receção do hotel e disse que ia buscar os bilhetes para o jogo que pedira a Eden Hazard, jogador do Chelsea. Atrapalhado, o rececionista ligou ao treinador português, que ficou preocupado com a possibilidade de um principais jogadores do rival não jogarem, visto que, tinha treinado a equipa a contar com o internacional belga. Mourinho apressou-se a correr à receção, mostrando ao porteiro do hotel uma fotografia dos irmãos gémeos Fellaini para identificar qual deles havia entrado. O porteiro apontou para o irmão – as semelhanças físicas são bastantes mas Mourinho teve sorte, não era ele, mas mesmo assim, o Chelsea venceu por 1-0. Don Juan do futebol Fellaini tornou-se ao que parece um verdadeiro diamante raro em Manchester, mas o seu forte são as mulheres. Durante muito tempo, foi o fiel companheiro de Lara Binet, a namorada de longa data, finalista ´Miss Bélgica´ em 2011. Mas o conto de fadas terminou em 2012. De lá para cá, fugiu delas, mas em 2014, pela altura do Mundial do Brasil, deixou-se conquistar por Roxanne Jeffers. Uma relação que também chegou ao fim, já que, segundo o jornal espanhol ´Mundo Deportivo´, o médio do Manchester United terá deixado a atriz pornográfica para assumir uma relação com a modelo internacional Gaelle García Díaz. ...
Estilos e Espantos Diz que não quer ser vista como uma ´sex symbol´ mas o certo é que já o é. Em poucos meses já tem 200 mil seguidores nas redes sociais e não se fica por aí. Desde o fenómeno Tiger Woods, um nome não chamava tanto a atenção no golfe quanto o dela – Paige Spiranac. Ainda não é golfista profissional mas tem o sonho de ser tornar a próxima Stacy Lewis do circuito. Para já é apenas uma menina bonita que tem dado que falar e não pelos dotes desportivos, que já lhe valeram comparações a Anna Kournikova... Foi uma das líderes na faculdade e ajudou a sua equipa de golfe a conquistar grandes resultados enquanto garantia o seu diploma. Individualmente, também se destacou em eventos amadores. O currículo é de facto impressionante, mas foi nas redes sociais que Paige Spiranac ganhou fama e polémica. A lesão que a empurrou para o sonho Paige nasceu em Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, no seio de uma família de desportistas – Dan, o pai, jogou futebol americano na equipa de Pittsburgh; Annette, a mãe, foi bailarina e Lexie, a irmã, praticou remo em Stanford e ganhou várias competições em atletismo. Paige nasceu com alma de desportista, mas ao contrário da família, queria ser ginasta. Chegou a estagiar com a seleção americana, mas uma grave lesão, impediu-a de continuar com a carreira. «Dos 6 anos 12 anos, dediquei quase todo o meu tempo a isso, até que me lesionei com gravidade. Os médicos disseram-me que a lesão era uma num milhão. Então tive de desistir». E se Paige pensara que a ginástica era a sua grande paixão, enganou-se. «O meu pai disse-me que eu devia tentar o golfe. Disse-me que eu iria adorar esse desporto, pois tinha a personalidade ideal para isso. Assim que dei a primeira tacada, adorei!». A ´Kournikova´ do golfe Paige, agora com 22 anos, pretende apostar tudo numa carreira profissional como golfista. A estudar na Universidade Estadual de San Diego, no curso de comunicação, despertou a atenção dos media internacionais, não pelas suas qualidades técnicas, mas sim pela forma escultural que já lhe valeu comparações a Anna Kournikova, a ex-tenista russa, que continua popular, apesar de não ter ganho nenhum título profissional durante a sua carreira (1994-2004). Para já, Paige tem apenas um sonho - entrar no circuito LPGA e seguir as pisadas de Stacy Lewis, a maior estrela do golfe americano. «Ela é incrível, inspiradora no circuito. É a minha referência, e se algum dia entrar no circuito, vou querer fazer tudo como ela, pois a Stacy é fantástica e uma das melhores jogadoras do mundo. Mas também gosto da Ronda Rousey que é uma durona. Quero ser como ela, que representa a força feminina, consegue espancar um homem e parecer temível de vestido e saltos altos». Enquanto não entra no ranking mundial de golfe, Paige vai dando que falar nas redes sociais, onde partilha vídeos e fotos das suas aventuras e roupas ousadas como golfista amadora. «É engraçado, pois essa não era a minha intenção. Tenho um estilo de vida saudável e ativo e o que visto reflete isso. Não uso estas roupas justas para causar controvérsia, nada do género. Sinto-me confortável assim, uso roupa que me permita fazer bem o meu ´swing´. Gosto de maquilhagem, gosto de usar maquilhagem e acho que todas as mulheres devem ser confiantes e usar aquilo com que se sentem bem». E se muitos já a consideram a nova musa do golfe, outros encaram-na como uma oportunista, que, usa uma modalidade desportiva para se promover enquanto modelo. Amigos e banda desenhada Nos tempos livres, Paige é viciada em banda desenhada, é fanática pelas histórias do Marvel e da DC. Se tivesse que escolher um? Sem dúvida, o ´Batman´, é o seu filme de eleição. Mas sabe que o tempo não é muito. «Acordo sempre por volta das 5h30, vou para o ginásio, faço cardio de manhã, volto para o ginásio e depois vou para o ´green´. Fico lá cinco ou seis horas. Quando termino, volto outra vez ao ginásio e entretanto já é noite». Sempre que pode, reúne-se com os amigos para uma partida de paintball ou passeios e escalada. O fenómeno depois de Tiger Woods E se Anna Kournikova orgulha-se de atrair 84 mil ´seguidores´ no Instagram, Paige Spiranac é já um fenomero viral nas redes sociais –já são 200 mil os seguidores em poucos meses. Desde Tiger Woods que um nome não chamava tanta atenção sobre o golfe quanto o de Paige Spiranac. A americana começou a destacar-se na equipa universitária onde venceu o prémio no campeonato de golfe do Colorado - ´Mountain West Conference Champions!´. ...