SEGUNDA-FEIRA, 24-07-2017, ANO 18, N.º 6386
BENFICA

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Foto West Ham
Chicharito oficial por 18 milhões de euros
O West Ham oficializou esta segunda-feira a contratação de Javier ‘Chicharito’ Hernandez ao Leverkusen por 16 milhões de libras, cerca de 17,9 milhões de euros. «Para mim, a Premier League é o melhor campeonato do mundo e quando soube da oportunidade, desesperei por assinar por este clube. Não foi uma decisão difícil. West Ham é um clube histórico e ambicioso. Tive três anos fantásticos em Espanha e na Alemanha mas foi em Inglaterra que escrevi um grande capítulo na minha carreira e estou feliz por estar de volta», disse o mexicano, de 29 anos, que assinou um contrato válido por três temporadas.
West Ham
21:33 - 24-07-2017
Gustavo Pires
Uma Olímpica Tragicomédia (artigo de Gustavo Pires, 65)
À primeira vista, a reunião que um grupo de catorze presidentes de Federações Desportivas (G-14), à revelia dos seus órgãos de cúpula, concretamente, o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a Confederação do Desporto de Portugal (CDP), teve com o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto no passado dia 19-07-2017, é de louvar na medida em que pode ser vista como um franco desejo de alguns presidentes clarificarem o processo de desenvolvimento do desporto nacional que, de há cerca de catorze anos a esta parte, está completamente pervertido nos seus princípios, valores e objetivos. Contudo, tratando-se de um grupo informal, não posso acreditar que a generalidade dos dirigentes se reveja no comunicado espontâneo surgido na comunicação social na medida que não traduz um conhecimento mínimo acerca daquilo que, em matéria de desenvolvimento do desporto, se passou no País nos últimos trinta anos. Acredito que no referido grupo existem presidentes genuinamente interessados em explorar as melhores vias para encontrar um novo rumo para o desporto nacional. Mas, também estou convicto que há quem pense que a referida reunião se tratou, tão só, do primeiro ato de uma olímpica tragicomédia destinada a passar uma certidão de óbito à Confederação do Desporto de Portugal (CDP) que, por incrível que possa parecer, tal qual “bode expiatório”, já está, em regime de exclusividade, a ser responsabilizada pelo estado calamitoso em que o desporto nacional se encontra. Repare-se que a afirmação de que a referida reunião representou "um cartão amarelo à Confederação do Desporto de Portugal" que, segundo o comunicado, “não defende os interesses dos seus associados com a força com que estes gostariam” deixando o Comité Olímpico completamente de fora da equação só pode ter “água no bico” na medida em que é absolutamente claro que o atual estado de miserabilismo de competências e financeiro em que a generalidade das Federações se encontra nada tem a ver com a CDP, mas tem tudo a ver com o COP. O início da desorganização do desporto nacional, que colocou as Federações numa situação de profunda carência, teve início em 2004-2005 e não foi por ação da CDP. A generalidade dos presidentes das Federações sabe muito bem que, naqueles anos, foi protagonizado uma espécie de “golpe palaciano” no desporto nacional em que as Federações Desportivas, para além de terem ficado prejudicadas nas suas competências relativas ao alto rendimento, acabaram sem cerca de 25% do normal subsídio estatal destinado, fundamentalmente, à promoção da prática desportiva. Ora, a CDP nada teve a ver com aquela usurpação de competências e de verbas, pelo que, compreende-se mas não se aceita que a comunicação social, angelicamente, tenha embarcado na tese do “cartão amarelo” à CDP. Se há lugar, não para um “cartão amarelo” mas para um “cartão vermelho” é para repudiar a política da “galinha dos ovos de ouro” que, desde 2004-2005, têm vindo a ser desenvolvida pelas sucessivas Secretarias de Estado tendo como “braço armado” o COP que, voluntariamente, se colocou debaixo do Bloco Central cuja ação política se tem caracterizado por um esquizofrénico desejo de conquistar medalhas olímpicas. O que aconteceu foi que, completamente embriagados com resultados dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), o COP caudilhado por Vicente Moura e o Instituto do Desporto de Portugal encabeçado por José Constantino, debaixo da tutela da Secretaria de Estado do Desporto ocupada por Hermínio Loureiro, protagonizaram um Contrato Programa de Desenvolvimento do Desporto que, ao estilo da estória da “galinha dos ovos de ouro”, desviou para o COP, para fins de preparação olímpica, os recursos financeiros destinados à promoção da prática desportiva das Federações Desportivas. Com tal medida, foi desencadeado um “programa de preparação olímpica” a fim de, tal como os espertos que mataram a “galinha dos ovos de oiro”, se conseguirem, mais rapidamente, um número suficiente de medalhas olímpicas destinado a satisfazer a oligarquia político-partidária do Bloco Central e, ao estilo da Coreia do Norte, “domesticar” as Federações Desportivas e, numa ilusão de olímpica felicidade, embalar os portugueses. Ao fazê-lo, na sua sofreguidão atávica, mataram a “galinha de ovos de ouro”, quer dizer, o processo de desenvolvimento do desporto que, através da Lei 1/90 (Lei de Bases do Sistema Desportivo), se vinha a consumar desde o tempo em que Roberto Carneiro exerceu as funções de Ministro da Educação. Em consequência, tal como na estória, acabaram, também, por ficar sem os ovos na medida em que, desde então, a participação portuguesa dos Jogos Olímpicos tem vindo a obter resultados cada vez mais medíocres, ao ponto de, no Rio de Janeiro (2016), depois de cerca de oitenta milhões de euros despendidos, o COP regressar dos Jogos com uma única medalha de bronze obtida a ferros por uma atleta excecional, quando tinham sido garantidas aos portugueses seis medalhas olímpicas. Quer dizer, a olímpica política da “galinha dos ovos de ouro” resultou num autêntico descalabro desportivo que hoje custa rios de dinheiro aos contribuintes (veja-se o monstro burocrático-administrativo que está a ser montado no COP) com resultados absolutamente vergonhosos. Perante tal derrocada compreende-se que, passado um ano sobre os Jogos do Rio de Janeiro 2016), os portugueses ainda aguardem pela divulgação pública do tradicional Relatório do Chefe de Missão que, segundo nos dizem, está retido na gaveta da secretária do presidente do COP. Esperamos que José Garcia, o Chefe de Missão aos Jogos Olímpicos do Rio (2016), que foi sujeito a uma “olímpica lei da rolha”, em defesa da sua honra e para memória futura, um dia, tão breve quanto possível, ainda venha a divulgar publicamente o referido relatório a fim de que os portugueses, para além das festas e festarolas divulgadas profusamente na comunicação social, venham a conhecer exatamente e até nas suas tonalidades mais cor-de-rosa, aquilo que se passou no Rio de Janeiro. Por este cenário, construído ao longo de quase catorze anos de mediocridade e oportunismos e um pindérico culto de personalidade, só por humor é possível aceitar que, agora, alguém venha sequer sugerir que a responsabilidade pela miserável situação em que o Sistema Desportivo se encontra é da CDP. Por isso, afirmar que as preocupações que transmitiram ao Secretário de Estado do Desporto significaram um “cartão amarelo” à CDP não passa de uma ridícula tentativa para encontrar um “bode expiatório”. – Coitadinha da CDP que não faz mal a ninguém. Qualquer pessoa, minimamente envolvida no desporto português, percebe perfeitamente que se está a pretender branquear uma situação cujos responsáveis, para que não surjam dúvidas, estão perfeitamente identificado nos protocolos publicados no Diário da República. É do conhecimento público que a CDP, nas suas contradições e incompetências, abundantemente demonstradas também pelos seus anteriores presidentes, para além de servir de trampolim a alguns especialistas da “ginástica política” do desporto nacional, nunca fez muito mais do que organizar a famigerada Gala do Desporto. E nunca fez muito mais sobretudo porque as Federações nunca lhe delegaram efetivamente qualquer poder digno de se ver. Isto é, algumas Federações, ao longo dos anos, nem sequer pagaram as quotas que lhes eram devidas. Todavia, agora, acusam a CDP de não ter feito de “peão de brega”, a fim de, junto da tutela, reivindicar mais dinheiro para as financiar a fim de repor o dinheiro em falta que, desde 2004-2005, lhes foi subtraído para, sem qualquer controlo social, económico e desportivo, despejar no COP que, hoje, num novo-riquismo confrangedor como é qualquer novo-riquismo, funciona em regime de superávite. Diz o porta-voz do G-14 que existe falta de clarificação de competências, presume-se, entre o COP e a CDP. Todavia, também a este respeito, os presidentes das Federações não se podem deixar tomar por anjinhos. Do ponto de vista teórico, considerando as prerrogativas conferidas pelo Estado Português ao COP, claramente expressas na lei, só por ingenuidade se pode fazer tal afirmação. E, do ponto de vista prático basta comparar os financiamentos que cada uma das organizações recebe do Estado para se perceber que os mais de 16 milhões de euros que o COP recebe por Ciclo Olímpico, por meio de contrato-programa estabelecido com a tutela, não permitem afirmar que exista “falta de clarificação” das respetivas competências. Se não existe “clarificação de competências” é da parte do COP relativamente às Federações Desportivas porque, bem vistas as coisas, o COP, desde 2004-2005, à revelia da Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto, do Regime Jurídico das Federações Desportivas e da Carta Olímpica, está a exercer atabalhoadamente competências das próprias Federações. Portanto, é a esta “clarificação de competências” que os presidentes das Federações Desportivas devem, de imediato, dedicar a sua atenção se, realmente, desejarem recuperar o controlo global sobre as suas modalidades desportivas a fim de, efetivamente, promoverem o desenvolvimento das suas modalidades e começarem a salvar os resultados dos próximos Ciclos Olímpicos. A última coisa que se pode admitir é que, ao cabo de quase catorze anos a impor um modelo falhado, se venha agora remeter a responsabilidade pelo estado calamitoso do Sistema Desportivo para cima da CDP que, na sua insignificância institucional, ao longo dos últimos anos, a única coisa que, verdadeiramente, realizou, com brilho e proficiência, foi a Gala do Desporto. E com algum mérito como alertava o presidente de uma das Federações Desportivas com quem trocámos opiniões. Porque, a CDP ao organizar a Gala do Desporto ainda é uma das poucas entidades que, uma vez por ano, dá visibilidade e protagonismo a desportos e a desportistas que, de outra maneira, nunca teriam a oportunidade de aparecer sob as luzes da ribalta. Pretender encontrar um “bode expiatório” para os desastrosos resultados produzidos pelo Sistema Desportivo, acusando a CDP por “não defender os interesses dos seus associados com a força com que estes gostariam” e, veladamente, sugerir a sua extinção, revela, para além de uma intenção absolutamente ilegítima, uma visão completamente alienada dos últimos quase catorze anos do desporto nacional. Acresce que demonstra ausência de espírito olímpico que, até no confronto de ideias, obriga a que a competição seja, obrigatoriamente, justa, nobre e leal. Ora, recuso-me a acreditar que a generalidade dos presidentes das Federações Desportivas alinhe nesta posição. E mesmo com um “garrote ao pescoço”, uma vez que os recursos que lhes foram subtraídos passaram a ser distribuídos pelo COP. Qualquer discussão sobre a situação em que se encontra o desporto nacional passa, antes de tudo, pela identificação das suas causas e não pelo ataque às suas consequências. Que interessa resolver as consequências se as causas continuam a produzir insuportáveis efeitos reversos. Apresentar a CDP como o “bode expiatório” da falência técnico-administrativa e financeira em que as Federações se encontram, parece-nos ser um enorme equívoco porque, para além a descartar responsabilidades de terceiros, se limita a atacar uma consequência ridícula do estuporado Sistema Desportivo sem que exista uma ideia minimamente fundamentada e estruturada sobre as verdadeiras causas dos problemas. Portanto, a situação da CDP é uma questão importante a tratar pelas Federações Desportivas, no momento certo, no local próprio, com as pessoas responsáveis e de forma nobre e leal, no quadro de um projeto de reorganização do Sistema Desportivo nacional. A última coisa que pode acontecer é, por via da irresponsável extinção da CDP, transformar tal necessidade num processo de concentração de poder no COP que não tem qualquer legitimidade democrática, antes pelo contrário, para exercer responsabilidades no âmbito do desporto nacional para além daquelas que lhe são atribuídas na Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto que, fundamentalmente, são as seguintes: representar e defender as propriedades olímpicas em Portugal; promover os princípios e os valores do Olimpismo; organizar a Missão portuguesa aos Jogos Olímpicos. Há muito que defendo que é necessário desencadear um espaço de debate contínuo, sério, aberto, livre e democrático sobre aquilo que se deseja para o desporto nacional. Agora, alguns presidentes de Federações, em defesa das suas prerrogativas abusivamente usurpadas em 2004-2005, eventualmente, iniciaram tal processo. Tal acontecimento é de louvar. Todavia, é necessário que sejam capazes de abrir a reflexão à sociedade e a todos os agentes que, quer direta, quer indiretamente, interagem no Sistema Desportivo. Entretanto, perante a disponibilidade dos presidentes das Federações Desportivas, o Ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, através da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto e do Instituto do Desporto e Juventude, devia assumir a iniciativa política a fim de desencadear um projeto sério, aberto, participado, livre e democrático que comece a equacionar os problemas que se colocam ao desenvolvimento do desporto nacional que vão da disciplina de Educação Física (desportiva) ao Alto Rendimento, passando pela promoção nacional da prática desportiva. Deste modo, iniciaria a construção da Nova Agenda para o Desporto anunciada no Programa de XXI Governo. Infelizmente, não acredito que tal possa vir a acontecer. Gustavo Pires é professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana
Olimpismo
21:32 - 24-07-2017
Foto ASF
Ainda há bilhetes na Luz para a Supertaça
O Benfica anunciou, esta segunda-feira, que «restam apenas alguns bilhetes» para o jogo da Supertaça Cândido de Oliveira com o Vitória de Guimarães, marcado para 5 de agosto, às 20.45 horas, no Estádio Municipal de Aveiro. Os ingressos estão disponíveis nas bilheteiras do Estádio da Luz. Os bilhetes colocados à venda no palco do jogo já se encontram esgotados.
Benfica
21:28 - 24-07-2017
Foto villarrealcf.es
Rúben Semedo apresentado: «Estou num grande clube»
Rúben Semedo foi esta segunda-feira oficialmente apresentado como jogador do Villarreal. O defesa-central, por quem o clube espanhol pagou 14 milhões de euros ao Sporting, mostrou-se entusiasmado com a nova etapa na carreira. «Estou muito feliz por estar no Villarreal. Vou dar tudo por esta equipa. É um grande clube e gosto muito do seu estilo de jogo. É um clube familiar, sinto-me em casa», afirmou, em castelhano, o jogador de 23 anos. Quanto aos objetivos para a temporada que se avizinha, o internacional português sub-21 realçou que o submarino amarelo deve pensar «jogo a jogo e ponto a ponto». «Depois veremos o que será possível fazer», referiu. Rúben Semedo assinou um contrato válido por cinco épocas com o Villarreal.
Villarreal
21:13 - 24-07-2017
Aves confirma Ryan Gauld
O Desportivo das Aves confirmou esta segunda-feira a chegada de Ryan Gauld ao clube por empréstimo do Sporting e por uma temporada. O médio escocês começou a temporada passada no Vitória de Setúbal, também cedido pelos leões, mas regressou a Alvalade em janeiro.
Sporting
21:02 - 24-07-2017
Lucas Pérez (Foto AP)
«Sinto-me enganado» - Lucas Pérez
Um ano depois de ter sido contratado ao Deportivo da Corunha, Lucas Pérez pode estar de saída do Arsenal para voltar a vestir a camisola do clube galego. «Quero sair para jogar e ser feliz. Quero jogar futebol e lutar para ir à seleção. E o melhor sítio onde posso estar é em casa, no Depor», terá dito o avançado espanhol aos dirigentes do clube londrino, segundo o diário La Voz de Galicia. Dono da camisola 9, Lucas Pérez não esconde o desencanto com a atribuição daquele número a Lacazette, avançado francês recrutado pelo Arsenal neste defeso. «Não estão a agir bem comigo. É lamentável que me tenham retirado a camisola para dá-la a um companheiro. Foi um gesto muito feio», lamentou. «Sinto-me enganado. Em fevereiro não me deixaram ir para a China com a promessa de que teria mais oportunidades, mas a verdade é que joguei ainda menos. Dei o meu melhor mas não fui correspondido», acusou Lucas Pérez.
Arsenal
20:51 - 24-07-2017
Central Cleylton assina por três épocas
O Belenenses anunciou, esta segunda-feira, a contratação do defesa-central brasileiro Cleylton Santos para as próximas três temporadas. O jogador, de 24 anos, chega ao Restelo proveniente do São Paulo, de Rio Grande do Sul. Cleylton Santos é o nono reforço para Domingos Paciência.
Belenenses
20:27 - 24-07-2017
Hugo Canela (Foto ASF)
Sporting regressa ao trabalho a pensar na revalidação do título
A equipa de andebol do Sporting, campeã nacional em título, iniciou esta segunda-feira a preparação da época 2017/2018. No total, foram 14 os jogadores que marcaram presença no Multiusos do Estádio José Alvalade. A saber: Pedro Solha, Kopco, Carlos Ruesga, Pedro Portela, Francisco Tavares, Cláudio Pedroso, Carlos Carneiro, Bozovic, Frankis Carol, Felipe Borges, Edmilson Araújo, Nikcevic, Bosko e Pedro Valdés. O treinador Hugo Canela deu conta dos desígnios do leão para a nova temporada. «Entrar com o símbolo de campeão nacional ao peito é muito bom. Não dá mais peso à camisola, dá maior motivação para querer repetir, sabendo que o que fizemos para trás foi bom e almejando o mesmo feito na próxima época», realçou, citado pelo site do clube, convicto de que «os reforços vêm acrescentar qualidade» à equipa.
Andebol
20:16 - 24-07-2017
Foto Rangers
«Quero que Bruno Alves me represente em campo» - Caixinha
Pedro Caixinha, treinador do Rangers, atribui a Bruno Alves o papel de líder que a equipa precisa. «Bruno Alves está a apenas uma semana connosco. Tem estado calado, a observar e a conhecer todos os que o rodeiam. É um líder que não precisa de se expressar muito. A simples presença dele faz com que todos entendam o que é preciso. Numa pequena conversa cara a cara, todos o entendem», começou por dizer ao canal do clube escocês. «Quero que Bruno Alves me represente em campo. É isso que lhe tenho vindo a pedir e é algo que ele consegue fazer com facilidade. (…) É a pessoa que o clube precisa, tem experiência na defesa e compreende o que acontece no jogo», rematou.
Rangers
20:15 - 24-07-2017
Foto AP
Kahn recusa convite para diretor desportivo
Oliver Kahn, 48 anos, antigo guarda-redes que representou o Bayern entre 1994 e 2008, ano em que se despediu do futebol, rejeitou um convite para ocupar o cargo de diretor desportivo do clube de Munique. «Oliver Kahn disse-nos claramente que não quer ser diretor deportivo», informou Uli Hoeness, presidente dos bávaros, em declarações ao Sport Bild, dando o tema por encerrado: «Já não é um assunto para nós.»
Bayern Munique
20:03 - 24-07-2017
Jairo Riedewald (Fonte: Site Oficial Crystal Palace)
Riedewald assina por 5 temporadas
O defesa-central holandês Jairo Riedewald assinou, esta segunda-feira, pelo Crystal Palace um contrato válido até 2022. O jogador proveniente do Ajax diz estar muito satisfeito por fazer parte do clube inglês. Afirmando que «a Premier League é uma grande competição e é uma grande oportunidade para trabalhar com Frank de Boer outra vez» depois ter estado com o treinador «no Ajax». O futebolista de 20 anos voltará a encontrar-se com o treinador holandês Frank de Boer, que o havia lançado no futebol profissional em 2013.
Crystal Palace
19:50 - 24-07-2017
Tamila Holub
Mundial: Tamila Holub 10.ª nos 1500 metros com recorde nacional
A portuguesa Tamila Holub bateu o recorde nacional sénior de 1500 metros livres, ao fazer 16.24,05 minutos no Campeonato Mundial que decorre em Budapeste, na Hungria. Este tempo valeu à nadadora do SC Braga o sexto lugar na terceira série e o 10.º posto no geral das eliminatórias, nas quais participaram 22 nadadoras. Tamila Holub ficou muito perto da húngara Ajna Keselsy (16.20,98), oitava classificada e última nadadora a conseguir o apuramento direto para final. «Se me perguntarem se podia fazer melhor, direi que dei o meu máximo e neste momento não deu para mais. Noutras circunstâncias poderei melhorar. (…) Este 10.º lugar em estreia num mundial de piscina longa abre-me perspetiva na minha evolução. E isso é motivador», disse em declarações à Federação Portuguesa de Natação. Nos 100 metros costas, Gabriel Lopes (Louzan Natação) terminou a qualificação com o 30.º tempo (55,99).
Natação
19:45 - 24-07-2017
Foto AP
Everton prestes a bater recorde por Sigurdsson
O Everton estará na iminência de fixar um novo recorde de transferências na história do clube para garantir o concurso de Gylfi Sigurdsson junto do Swansea. Depois de ver recusada uma primeira oferta, avaliada em 30 milhões de euros, o clube de Goodison Park subiu a parada e estará agora disposto a oferecer 45 milhões de euros pelo internacional islandês de 27 anos, valor sem precedentes na história dos toffees. A confirmar-se a contratação de Sigurdsson, o Everton ultrapassa a fasquia dos 100 milhões de libras, qualquer coisa como 112 milhões de euros, investidos neste defeso.
Inglaterra
19:34 - 24-07-2017
Zouhair Feddal (Fonte: Site Oficial Real Betis)
Zouhair Feddal é novo reforço
O Bétis e o Deportivo Alavés chegaram a acordo, esta segunda-feira, em relação ao passe do jogador marroquino, Zouhai Feddal, que irá jogar as próximas quatro temporadas ao serviço do clube de Sevilha. O clube espanhol informou a compra do defesa-central através de um comunicado publicado no site oficial. Feddal vai jogar pela terceira temporada consecutiva na La Liga, depois de ter representado o Alavés na temporada anterior e o Levante na época 2015/2016.
Bétis
19:21 - 24-07-2017
Foto ASF
Vendidos 40.000 bilhetes para jogo de apresentação
O FC Porto anunciou esta segunda-feira que estão vendidos 40.000 bilhetes para o jogo de apresentação com o Deportivo da Corunha, marcado para o próximo domingo, às 19.30 horas, no Estádio do Dragão. Os preços dos ingressos variam entre os 10 euros e os 25 euros para sócios, e entre os 17 euros e os 40 euros para o público.
FC Porto
19:19 - 24-07-2017

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