«O meu irmão chegava drogado e roubava o que podia»

Argentina 10-02-2018 18:50
Por Redação
Antonio Barijho, avançado amado no Boca Juniors e conhecido por Chipi Barijho, contou, ao canal televisivo TyC Sports, alguns episódios de uma adolescência complicada, que lhe dificultou aa afirmação no futebol.

«Dividia um quarto com o meu irmão. Lembro-me bem: tínhamos um balde de tinta, uma televisão apoiada em cima e um guarda-roupas pequeno. Ele começou a meter-se na droga. Às vezes chegava drogado e roubava o que conseguia», conta o argentino, agora com 40 anos e treinador nas camadas de formação do Huracán, recordando a relação com o irmão, hoje com 52 anos procurado pela polícia por tráfico.

«Nunca roubou dinheiro, porque eu o escondia bem. Tudo isto começou quando eu tinha 17 anos e ia treina, na altura no Huracán, com uma raiva tremenda. A minha cabeça explodia de tanta violência, pois cresci numa pobreza extrema.»
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