«Não estou aqui para bater recordes de estreias» - Fernando Santos

Seleção 14-11-2017 22:55
Por Redação
O selecionador nacional analisou o empate (1-1) com os Estados Unidos, no segundo jogo de preparação para o Mundial-2018.

«Houve coisas mais positivas e outras menos positivas. Negativo foi não termos capacidade de ter a bola, pensámos lento. Na primeira parte não conseguimos ter a bola e jogámos um pouco à pressa. A circulação de bola não foi boa, sofremos um golo, tivemos felicidade no que marcámos, mas vale sempre. Na segunda parte melhorámos, mas não tivemos a fluidez habitual. Tivemos uma bola no poste mais duas ou três oportunidades. Foi um jogo que nunca dominámos, apesar de termos mais bola», disse no final da partida em Leiria.

Questionado se os jogadores escolhidos para estes particulares (Arábia Saudita e Estados Unidos) entram nas contas para o Mundial-2018: «Se estiveram aqui é porque acredito que podem fazer parte. Caso contrário, não estavam aqui. Deixar alguns fora do Mundial? É normal. Temos pouco tempo de trabalho na Seleção e isso obriga o selecionador a ter um grupo mais coeso, que trabalha junto há mais tempo. Nos clubes, dizem que as equipas precisam de um, dois meses para se entrosarem. Nós trabalhamos uma vez por mês e querem que corra tudo bem? O que importa é que os jogadores trabalharam. Algumas coisas não correram bem, mas isso faz parte.»

Com as estreias de Gonçalo Paciência, Ronny Lopes e Ricardo Ferreira, aumentou para 31 o número de jogadores que chegou à Seleção A na era Fernando Santos: «Não sei nada de estatística e se estivesse a pensar nisso estreava também o José Sá. Não estou aqui para bater recordes de estreias. Importante foi ver os jogadores em campo.»
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