Trocou a Islândia pelos Estados Unidos... para ir ao Mundial

Estados Unidos 12-10-2017 18:33
Por Redação
O avançado Aron Jóhannsson, 26 anos, do Werder Bremen, nasceu nos Estados Unidos (Alabama) mas é filho de pais islandeses, os quais regressaram à terra natal quando Aron tinha apenas três anos. Ou seja, o início do percurso futebolístico do jogador teve lugar na Islândia, tanto ao nível de clubes como de seleções jovens, pertencendo, por exemplo, à mesma geração de Gylfi Sigurdsson (Everton) ou Birkir Bjarnason (Aston Villa). Começou a dar nas vistas e saiu da Islândia com apenas 20 anos, rumo ao AGF Aarhus, da Dinamarca, e daí seguiria para a Holanda, para representar o AZ Alkmaar, antes do Werder Bremen. Pelo meio, foi sendo chamado aos sub-21 da Islândia.
Até que Jurgen Klinsmann, então selecionador dos Estados Unidos, conhecedor da dupla nacionalidade do jogador, resolveu ligar-lhe para que o atacante, que estava com 22 anos, optasse por jogar pela seleção norte-americana. Não faltou quem, na Islândia, o chamasse de traidor, mas Jóhannsson justificou: «Jogando nos Estados Unidos, tenho muito mais hipóteses de jogar a fase final de um Mundial», disse.
Pois é, quatro anos ficou a saber que em 2018 vai ver no sofá a Islândia no Mundial, já que os Estados Unidos não se qualificaram. É a vida.
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