UGT diz que o que está a acontecer na Autoeuropa é «caminho perigoso»

País 13-01-2018 19:30
Por Redação
O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou este sábdo que o que está a acontecer na Autoeuropa é «um caminho perigoso» e defende que se e a Comissão de Trabalhadores aceita pré-acordos, «tem de assumir a responsabilidade de os assinar».

«Não vale a pena em Portugal, numa democracia com quase 44 anos, continuarmos a pensar que se chega a uma mesa de negociações, se tomam decisões e depois quando todos estão de acordo com o pré-acordo, vem-se cá para fora e diz-se aos trabalhadores: `assinei aquilo, mas não estou de acordo´. Instrumentalizam os trabalhadores e vendem gato por lebre. É o que está a acontecer na Autoeuropa e nós temos de ser sérios», disse Carlos Silva, que falava na sessão de encerramento do terceiro congresso da UGT/Porto

O líder da UGT defendeu que «se a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa decide aceitar pré-acordos, tem de assumir a responsabilidade de os assinar» e «não pode fazer um referendo ou um plenário de cada vez que há uma alteração», apontando que «num universo de cerca 5.000 trabalhadores participam no plenário 400 ou 500».
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