Acuña e Rui Patrício ouviram das boas de Jesus

SPORTING 13-09-17 11:53
Por Redação

Já se sabe que observar atentamente Jorge Jesus em frente ao banco é um espetáculo dentro do espetáculo. O treinador gesticula, salta, esbraceja, anda de um lado para o outro, não se cansa. E grita, grita muito para dentro de campo, ora corrigindo, ora aplaudindo, ora perdendo a cabeça com os erros que, a espaços, este ou aquele jogador possam cometer.

No jogo com o Olympiakos, quem mais sofreu foi Acuña, no primeiro tempo, sobretudo para que pressionasse mais nas saídas para o ataque do adversário, e foi Rui Patrício, no segundo. O guarda-redes falhou alguns passes e, nervoso, nunca mais se recompôs...