SEXTA-FEIRA, 22-05-2015, ANO 16, N.º 5592
Herrera e Reyes pré-convocados para Gold Cup
México Diego Reyes e Hector Herrera fazem parte do lote de 35 jogadores pré-convocados para a seleção mexicana, que vai disputar a Gold Cup da CONCAF (América do Norte, Central e Caraíbas), prova que decorre entre 7 e 26 de julho, nos Estados Unidos. Os dois jogadores do FC Porto integram a lista de 11 jogadores que atuam na Europa chamados pelo selecionador Miguel Herrera. Lista de convocados Javier `Chicharito` Hernandez (Real Madrid), Carlos Vela (Real Sociedad), Giovani dos Santos (
«Espero conseguir manter o andamento amanhã» - Latvala
Rali de Portugal Após conclusão da 2ª jornada do Rali de Portugal, o atual líder Latvala (Volkswagen), confirma que foi um dia positivo, diz que o dia de amanhã (sábado) irá ser longo e espera continuar com o mesmo andamento. «Foi um bom dia. Começámos de forma cautelosa e fomos aumentando o ritmo ao longo do dia. Decidimos atacar quando sentimos que tudo estava bem. A classificativa de Viana do Castelo estava à minha medida. Espero conseguir manter o andamento durante o dia de amanhã [sábado], que seria muit
Hervé Renard deixa seleção para assumir «outros desafios»
Costa do Marfim O francês Hervé Renard, que este ano levou a Costa do Marfim ao título no Campeonato Africano das Nações (CAN), abandonou o comando técnico daquela seleção e está de malas aviadas para Lille. «Depois do sucesso no CAN, era difícil fazer melhor e decidi procurar outros desafios», disse o treinador de 46 anos em conferência de imprensa. O regresso ao campeonato francês é o próximo desafio de Renard, que está a ser apontado como sucessor de René Girard no Lille.
Van Gaal confiante: «De Gea vai ficar»
Manchester United A imprensa continua a insistir numa possível saída de David de Gea para o Real Madrid, porém, o treinador do Manchester United acredita que o guarda-redes espanhol vai continuar em Old Trafford na próxima temporada. «Acredito que ele vai ficar», disse Louis van Gaal em conferência de imprensa, não se adiantando em pormenores sobre o processo de renovação do jogador: - Primeiro vamos ver se ele fica, depois falaremos de outras coisas.
Miguel Campos (Peugeot) o mais rápido dos portugueses
Rali de Portugal O segundo dia do Rali de Portugal, terminou com o português Miguel Campos (Peugeot) a alcançar o melhor tempo, num final de etapa marcado pelas desistências de Bernardo Sousa (Peugeot), devido a um furo no radiador e de João Barros (Ford), depois da suspensão ter cedido. José Pedro Fontes (Citroen) foi outro dos portugueses com problemas nesta prova, com um furo no pneu que o atrasou em mais de 5 minutos, beneficiando assim Miguel Campos que chegou ao final do dia como o melhor português, sen
Paulo Lopes, Sílvio e Hany devem estrear-se no campeonato
Benfica O técnico Jorge Jesus confirmou que o guarda-redes Paulo Lopes, o lateral Sílvio e o médio Hany Mukhtar podem estrear-se no campeonato ao serviço do Benfica na receção, de sábado, às 18 horas, frente ao Marítimo, no Estádio da Luz. «Tenho três jogadores que ainda não jogaram no campeonato: Paulo Lopes, Sílvio e Hany. Existe a possibilidade dos três participarem amanhã no jogo», afirmou Jorge Jesus, em declarações à Benfica TV. O treinador espera um ambiente festivo na Luz. «Espero que s
«Gostava que De Gea viesse» - Casillas
Real Madrid Iker Casillas falou sobre a hipótese do compatriota David de Gea rumar a Madrid. O camisola 1 dos merengues admitiu aos microfones de La Sexta que ficaria satisfeito com esse cenário. «Claro que sim», atirou Casillas perante a pergunta “Gostavas que De Gea viesse [para o Real Madrid]?». Confrontado ainda sobre a possibilidade de continuar no Real Madrid, o guarda-redes que conta 16 temporadas ao serviço dos blancos afirmou: «Se vou continuar? Já respondi umas setes vezes a isso, que
´Rap´ de Mourinho (vídeo)
Chelsea Vídeo com compilações de várias conferências de impressa de José Mourinho, em estilo ´rap´. Veja no vídeo:
França vence Alemanha (4-1) e sagra-se campeã europeia
Sub-17 A França conquistou o título de campeão europeu de sub-17 ao vencer a Alemanha por 4-1 na final disputada em Burgas, na Bulgária. Com três golos marcados, Edouard (40, 47 e 70) foi o herói da equipa gaulesa que beneficiou de um auto-golo de Gul (80+3). Karakas (70) foi o único alemão a bater Luca Zidane, filho de Zinadine Zidane que defendeu as redes da baliza francesa. A França junta-se assim a Espanha e Holanda no grupo de equipas que conseguiu conquistar por duas vezes o título euro
Quintero titular frente ao Penafiel
FC Porto Juan Quintero é a principal novidade no onze apresentado por Julen Lopetegui no encontro desta noite frente ao Penafiel. O técnico do FC Porto apresenta ainda uma defesa praticamente renovada com Diego Reyes, Martins Indi e José Angel de início. Onze inicial: Helton, Danilo, Diego Reyes, Martins Indi, José Angél, Casemiro, Rúben Neves, Juan Quintero, Ricardo Quaresma, Jackson e Brahimi.
Alvarinho marca no empate do Zawisza
Polónia O Zawisza empatou esta sexta-feira, em casa, com o Leczna (1-1), em jogo da 34.ª jornada do campeonato da Polónia. A três jornadas do final da competição, a equipa onde alinham os portugueses Alvarinho, Mica Silva e André Micael ocupa, à condição, a 6.ª posição do grupo de despromoção com 20 pontos. O extremo português Alvarinho abriu o marcador aos 14 minutos, mas um golo de Nikitovic (85’) permitiu à formação forasteira sair da casa do adversário com um ponto. Com o golo apontado esta ta
Namorada de Gundogan em Manchester
Borussia Dortmund Sila Sahin, namorada do médio centro do Borussia de Dortmund, colocou uma foto no seu Instagram que mostra uma placa de partidas do aeroporto exibindo ´Manchester´ com a legenda «Wo bin ich?», que se traduz em português como «onde estou?». Esta foto poderá ser uma ´dica´ sobre o futuro do médio, depois de se confirmar a sua saída do clube alemão e sendo associado ao Bayern Munique e ao ... Manchester United. Ikay Gundogan poderá assim estar de partida para os ingleses ´Red Devils´.
«O meu plano é manter Schweinsteiger» - Guardiola
Bayern Munique O treinador do Bayern Munique admitiu esta sexta-feira na conferência de imprensa, que conta com o médio alemão, Bastian Schweinsteiger, para a próxima época. «O meu plano para a próxima temporada é que ele ainda aqui esteja. É uma lenda do Bayern. Mónaco? Só ele e mais ninguém pode decidir o que quer fazer. Se ele quiser ficar aqui mais três ou quatro anos pode fazê-lo», garantiu Pep Guardiola.
Matheus Pereira feliz pelo «reconhecimento»
Sporting O avançado Matheus Pereira, de 19 anos, mostrou-se radiante por ter sido chamado à equipa principal do Sporting para o jogo de sábado com o Rio Ave, em Vila do Conde, referente à 34.ª e última jornada da Liga. «Fiquei muito feliz por ter sido chamado e pelo reconhecimento. Se por acaso entrar, quero contribuir ao máximo para conquistarmos os três pontos. Sempre sonhei com esta oportunidade. A vontade e ambição neste momento é maior do que o habitual», disse em declarações à assessoria de impr
Lisbon Women`s Cup recebe elite europeia este fim de semana (com fotos)
Futebol Feminino O Estádio Francisco Lázaro recebe, este fim de semana, a 1.ª edição do Lisbon Women´s Cup, torneio internacional de futebol feminino organizado pelo Futebol Benfica, que recentemente festejou a conquista do título nacional, em parceria com a Associação de Futebol de Lisboa, a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia de Benfica. Além da formação anfitriã, participam neste torneio as equipas femininas do Atlético Madrid, atual vice-campeão espanhol, do Transportes Alcaine Zaragoza, ta
«Orçamento para o próximo ano será inferior ao deste ano» - Fernando Gomes
FC Porto O administrador da SAD do FC Porto explicou que serão feitas alguns cortes nas despesas do clube mas não necessariamente na equipa de futebol. «Estamos na fase final de elaboração do orçamento para o próximo ano, que vai ser inferior ao orçamento deste ano. Mas isto não significa que haja menor investimento na equipa de futebol. Significa que vai na despesa global do clube algum emagrecimento em várias áreas onde é possível fazer esse emagrecimento», disse Fernando Gomes durante a apresentaçã
1.º de Agosto e Benfica de Luanda medem forças no jogo grande da 14.ª jornada
Angola O duelo entre 1.º de Agosto e Benfica de Luanda é o grande destaque da 14.ª jornada do campeonato da 1.ª Divisão de Angola (Girabola), agendada para este fim de semana. Os encarnados da capital partem moralizados para esta jornada, depois de terem sido os grandes beneficiários da ronda anterior, chegando à liderança partilhada do Girabola, enquanto os militares estão invencíveis há quase dois meses. A capital angolana acolhe ainda outro derby, opondo o Progresso do Sambizanga ao antigo c
Atlético de Madrid apresenta proposta por Töre
Besiktas Gökhan Töre, médio ofensivo turco de 23 anos é o novo alvo do Atlético de Madrid, tendo o clube espanhol apresentado uma proposta de cinco milhões de euros, segundo o jornal online espanhol ´AS`. O Besiktas, no entanto, não pretende vender o jogador por menos de dez milhões de euros. Gökhan Töre, teve uma breve passagem na formação do Chelsea entre 2009 e 2011.
Tiago Almeida muito perto do Restelo
Belenenses Tiago Almeida está muito perto de ser reforço do Belenenses para a temporada 2015/16. Depois de alinhavadas as contratações de Ricardo Ribeiro, Rafael Floro e Jackson Souza, o avançado do Académico de Viseu pode ser o próximo a chegar ao Restelo, onde o espera um contrato de dois anos, segundo informações apuradas por A BOLA. Formado no Belenenses, o jogador de 24 anos passou pelo Mafra, Tourizense, Pinhalnovense e V. Guimarães B antes de assinar no início desta temporada pelos viseens
Jackson só sai pela cláusula de rescisão
FC Porto A garantia foi dada por Fernando Gomes, administrador da SAD do FC Porto, durante a apresentação dos resultados da oferta pública de subscrições, que rendeu 45 milhões euros aos cofres do clube. «Os jogadores têm cláusulas de rescisão que, se forem batidas, o FC Porto não poderá impedir. Todos sabem o que se tem dito em relação ao Jackson. Veremos o que irá acontecer no futuro. Evidentemente, para ter sucesso financeiro, que é base do sucesso desportivo, o FC Porto precisa de comprar bem e ve
«Pedi aos meus jogadores para não imitarem o Chelsea» - Laurent Blanc
Paris Saint-Germain O treinador do Paris Saint-Germain quer fazer a festa do título no Parque dos Príncipes com uma vitória diante do Reims, na derradeira jornada da Liga francesa. «Estamos a preparar-nos para o último jogo diante dos nossos adeptos para celebrar o título. É sempre uma grande alegria partilhar o título com os adeptos», disse Laurent Blanc em conferência de imprensa, onde deixou uma provocação ao Chelsea, de José Mourinho: «Disse aos meus jogadores para não imitarem o Chelsea, que não esteve m
«Naquela altura, ser bicampeão era normal» - Diamantino Miranda
Benfica Diamantino Miranda foi um dos jogadores que faziam parte do plantel que foi bicampeão, ganho pelo Benfica em 82/83 e 83/84, ao comando de Sven-Goran Eriksson. O ex-jogador acredita que o Benfica há muito trabalho pela frente para o Benfica conseguir acabar com a hegemonia que o FC Porto alcançou nos últimos anos, referindo ainda, que na sua altura «o Benfica vencer dois campeonatos seguidos não era nada de especial». «Eram outros tempos. Naquela altura, ganhar dois campeonatos seguidos nã
Sporting-Benfica é o prato forte da 18.ª jornada da 1.ª Divisão
Guiné-Bissau O clássico Sporting-Benfica joga-se este sábado, em Bissau, no Estádio Nacional 24 de Setembro, numa altura em que, decorridas 17 jornadas, os eternos rivais disputam a liderança do campeonato da 1.ª Divisão da Guiné-Bissau. O Benfica lidera, com 37 pontos, o Sporting tem 36. Programa da 18.ª jornada Sábado: Sporting-Benfica Estrela Negra de Bissau-Bambadinca Bolama-Bafatá Balantas-Cuntum Bula-Canchungo Bijagós-São Domingos Domingo: UDIB-Portos de
Rali de Portugal liderado por Latvala (Volkswagen)
Rali de Portugal Após a conclusão do segundo dia, Latvala é líder do Rali de Portugal, quinta prova do Campeonato do Mundo. O 2º dia da prova, foi marcado pela anulação de uma classificativa especial devido a um incêndio em Ponte de Lima. Latvala para fechou a jornada com 11,1 segundos de avanço sobre o britânico Kris Meeke (Citroën), segundo classificado, e 16 segundos frente ao norueguês Andreas Mikkelsen (Volkswagen), terceiro classificado. No sábado, irão ocorrer mais seis especiais, com dupla passa
Todos convocados para Barcelos
Belenenses O treinador do Belenenses vai levar todos os jogadores para plantel a Barcelos, onde a equipa defronta no sábado (18 horas) o Gil Vicente na 34.ª e última jornada da Liga. Palmeira e Miguel Rosa estão lesionados e em dúvida, enquanto João Meira e Rui Fonte regressam às opções depois de terem falhado o embate com o FC Porto. Abel Camará não é opção por se encontrar castigado. Lista dos 23 convocados: Guarda-redes: Ventura, Matt Jones, Filipe Mendes e Pedro Cavadas. Def
Guardiola rejeita convite do Barcelona para assistir à final
Liga dos Campeões Pep Guardiola confirmou durante a conferência de antevisão à próxima jornada da Bundesliga que rejeitou o convite do Barcelona para assistir à final da Liga dos Campeões, marcada para o próximo dia 6 de junho em Berlim. O técnico da formação bávara teceu ainda rasgados elogios ao seu antigo companheiro e jogador Xavi Hernandéz, que confirmou esta semana que vai abandonar o Barcelona e prosseguir a carreira no Qatar. «Sai um dos melhores. Espero que os jogadores do futuro aprendam com ele.
Balboa falha receção ao Boavista
Estoril Javier Balboa não recuperou de problemas físicos e é ausência notada na lista de convocados do Estoril para a receção ao Boavista, sábado (17 horas), na derradeira jornada da Liga. Vagner e Filipe Gonçalves, igualmente lesionados, Yohan Tavares e Afonso Taira, castigados, também não entram nas opções de Fabiano Soares. Lista de convocados: Guarda-redes: Kieszek e Rúben Dionísio; Defesas: Kakuba, Bruno Miguel, Mano, Rúben Fernandes, Bruno Nascimento; Médios: E
Rosicky de 34 anos renova com o Arsenal
Arsenal Wenger anunciou esta sexta-feira que o Arsenal irá renovar contrato com Tomas Rosicky, médio checo de 34 anos. «Optámos por exercer a opção de extensão do contrato de Rosicky», afirmou o técnico quando questionado sobre a continuação do nº 7 do Arsenal. O médio ofensivo proveniente do Borussia de Dortmund irá assim cumprir a sua 10.ª época no clube, ao qual chegou em 2006/07, participando em 242 jogos.
SAD ainda não convenceu plantel a entrar em campo
Beira-Mar O plantel do Beira-Mar não recebeu garantias de receber dois salários para jogar amanhã, em Aveiro, com o Académico de Viseu. Uma reunião realizada ao princípio da tarde, a pedido da administração da SAD, representada por Amin Pishyar e o advogado Deus Pereira, terminou sem acordo com os capitães e treinadores para levantar a greve. O Sindicado dos Jogadores esteve representado pelo seu presidente, João Evangelista, que pediu a intervenção do presidente da Liga, Luís Duque, para evitar a
«O V. Guimarães devia estar a lutar pelo oitavo ou nono lugar!» - Sérgio Conceição
SC Braga O técnico dos bracarenses deixou esta tarde várias críticas ao rival vimaranense e também a Rui Vitória, afirmando que a classificação do V. Guimarães não corresponde à realidade. «O V. Guimarães é a equipa na Europa com mais penaltis a favor. Se estivessemos na liga da verdade, o Guimarães estava a lugar pelo oitavo ou nono lugar. Rui Vitória está crente que vai acabar em quarto? Ele que se preocupe mas é com a equipa dele!» Quanto ao jogo de amanhã frente ao Vitória de Setúbal, Sérgio Co
«Queremos alcançar o objetivo pontual delineado no início» - Pedro Emanuel
Arouca Apesar da manutenção estar garantida, Pedro Emanuel, treinador do Arouca, pretende uma vitória frente ao Moreirense no último jogo da I Liga, de forma a assegurar os 31 pontos que segundo o técnico, é o objetivo delineado desde o início da temporada. «A prioridade, como é lógico, era a manutenção. Logicamente que a semana passada acabou por ser o corolário disso. Esta semana, podemos alcançar o objetivo pontual que tínhamos delineado para esta época, que eram os 31 pontos (..)», revelou o téc
«Foi ridículo e inconcebível aquilo que se passou em Alvalade» - Sérgio Conceição
SC Braga Explosivo e sem papas na língua tal como nos tem habituado Sérgio Conceição. A conferência de imprensa era de antevisão ao jogo com o Vitória de Setúbal, mas o treinador dos arsenalistas fez questão de recordar o último desafio em Alvalade, deixando críticas à arbitragem de Carlos Xistra. «Não fico preocupado com aquilo que a minha equipa vai fazer. O que me preocupa são as situaçoes que se têm passado e que não passam por nós. Eu prometi que não falaria mais das arbitragens mas, sinceramente

classificações

Liga
Liga 2
33. ª jornada
34. ª jornada
classificação
45. ª jornada
46. ª jornada
classificação
22-05
FC Porto
20:30
Penafiel
Sport TV1
23-05
Estoril
17:00
Boavista
23-05
Nacional
18:00
P. Ferreira
23-05
Arouca
18:00
Moreirense
23-05
Benfica
18:00
Marítimo
BTV1
23-05
Gil Vicente
18:00
Belenenses
23-05
Rio Ave
18:00
Sporting
Sport TV1
23-05
SC Braga
20:15
V. Setúbal
Sport TV1
23-05
Académica
20:15
V. Guimarães
Sport TV2
23-05
Beira-Mar
16:00
Académico
23-05
Portimonense
17:00
Leixões
24-05
Santa Clara
16:00
Covilhã
24-05
Marítimo B
16:00
FC Porto B
24-05
Oriental
17:00
União
24-05
Olhanense
17:00
Atlético
24-05
Aves
17:00
Trofense
24-05
Benfica B
17:00
V. Guimarães B
BTV1
24-05
SC Braga B
17:00
Sporting B
24-05
Chaves
17:00
Oliveirense
24-05
Farense
17:00
Feirense
24-05
Freamunde
17:00
Tondela
J
V
E
D
G
P
1
Benfica
33
26
4
3
82-15
82
2
FC Porto
33
24
7
2
72-13
79
3
Sporting
33
21
10
2
66-29
73
4
SC Braga
33
16
7
10
50-28
55
5
V. Guimarães
33
14
10
9
46-33
52
6
P. Ferreira
33
12
11
10
40-42
47
7
Belenenses
33
11
12
10
32-35
45
8
Marítimo
33
12
8
13
45-41
44
9
Nacional
33
12
8
13
42-46
44
10
Rio Ave
33
10
13
10
38-41
43
11
Moreirense
33
10
10
13
31-41
40
12
Estoril
33
8
13
12
36-56
37
13
Boavista
33
9
7
17
27-48
34
14
Académica
33
4
17
12
24-42
29
15
V. Setúbal
33
7
8
18
24-51
29
16
Arouca
33
7
7
19
25-48
28
17
Gil Vicente
33
4
11
18
25-58
23
18
Penafiel
33
5
7
21
29-67
22
J
V
E
D
G
P
1
Tondela
45
21
17
7
66-50
80
2
Covilhã
45
22
11
12
76-46
77
3
União
45
21
14
10
66-39
77
4
Chaves
45
19
20
6
66-45
77
5
Feirense
45
21
12
12
60-47
75
6
Sporting B
45
21
12
12
63-55
75
7
Benfica B
45
21
11
13
79-59
74
8
Freamunde
45
18
16
11
47-31
70
9
V. Guimarães B
45
19
8
18
70-55
65
10
Beira-Mar
45
16
14
15
51-47
62
11
Académico
45
17
10
18
54-55
61
12
FC Porto B
45
17
9
19
66-64
60
13
Portimonense
45
15
14
16
55-61
59
14
Farense
45
15
14
16
47-53
59
15
Oriental
45
15
13
17
47-56
58
16
Oliveirense
45
14
13
18
50-65
55
17
Olhanense
45
13
15
17
50-55
54
18
Santa Clara
45
10
21
14
33-40
51
19
Aves
45
11
17
17
49-58
50
20
SC Braga B
45
12
15
18
46-59
49
21
Leixões
45
13
10
22
52-66
49
22
Atlético
45
11
13
21
55-69
46
23
Marítimo B
45
10
10
25
37-67
40
24
Trofense
45
9
9
27
35-78
36
Com o Rali de Portugal na estrada, nem imagina como foi 1902 (e antes e depois também...)
A correr no Tempo Com o Rali de Portugal na estrada, contamos-lhe como foi a primeira prova de automobilismo que por cá se fez – e, entre várias outras espantosas revelações, revelamos-lhe por que não pôde ser a um domingo e por que ao entrar-se numa localidade a velocidade tinha de baixar para menos de... 10 quilómetros por hora. Mas, ainda mais: também lhe falamos de um ícone, da última prova da monarquia, dessa monarquia que vivia, apaixonada entre automóveis: Rampa da Pimenteira, ganha por um piloto com o corpo todo ligado... Emile Levassor era engenheiro, trabalhava para um industrial francês. Quando ele morreu – casou com a viúva. Para expandir o negócio comprou a Gottlieb Daimler, um dos inventores do automóvel, licença para construção de motores na fábrica. Depois, em sociedade com René Panhard, passou a fazer carros também. E foi com um Panhard et Levassor de 2 cilindros que concorreu à primeira corrida de automobilismo de que há registo: Paris-Bordéus-Paris, 1190 quilómetros. Com largada a 11 de Junho de 1895 e 27 concorrentes. As previsões apontavam para que se atingisse Bordéus ao raiar da manhã mas Levassor chegou muito antes, por volta das 2.30 horas – e não tinha nenhum fiscal à sua espera. Teve de procurá-los num hotel, acordá-los – para que certificassem o tempo. Antes de se fazer de novo à estrada, por entre charretes e animais, «comeu sanduíches e bebeu champanhe» – e deu a pé uma volta pela cidade para «desentorpecer os músculos». A 50 quilómetros de Paris parou num restaurante – para mais uma refeição e à meta chegou ao cabo de 48 horas e 48 minutos. À média de 24,5 km/h – e um jornal escreveu que velocidade assim era um... «assombro». Como seu Panhard et Levassor só tinha dois lugares em vez dos quatro que se previam nos regulamentos não lhe deram 31 mil francos de prémio. Um ano depois, ao tentar desviar-se de um cão no Paris-Rouen, despistou-se, levaram-no em coma, politraumatizado, para o hospital, lá morreu, alguns meses depois. Povo que o recebera em euforia no dia da primeira vitória – pediu, em lágrimas, que fizessem estátua de Emile Levassor na Porte Maillot, uma das mais antigas entradas de Paris, onde, então, se pusera a meta. Lá está. Na primeira viagem do primeiro automóvel em Portugal, um burro morto e pagou a 18 mil réis... Foi um Panhard et Levassor, o primeiro automóvel que houve em Portugal. Chegou em 1895, importado pelo Conde de Avilez. Na Alfândega de Lisboa logo se levantou a dúvida: que taxa aduaneira aplicar a tão «estranho artefacto». Máquina agrícola ou... «locomobile» que era como se chamavam as máquinas movidas a vapor? Ficou «locomobile». Os Avilez tinham palácio em Santiago do Cacém – e na primeira viagem, de Cacilhas para lá, o primeiro acidente: atropelou um burro carregado de canas, matou-o – e ao dono pagou «o melhor de 18 mil réis quando um burro naqueles tempos custava apenas 5000 réis». (Sete anos o teve, vendeu o automóvel por 700 contos de réis a Mariano Sodré de Medeiros, açoriano com negócios em Lisboa porque se encantara com o modelo da Peugeot que vira na Exposição Industrial de Paris – não tinha rodas em aros de ferro, já tinha pneus e câmaras de ar, mas antes de fechar negócio o Conde de Avilez morreu.) Ainda nesse ano de 1895, há notícia no jornal O Velocipedista – de que no Velódromo das Devezas, Benedicto Ferreirinha, que ganhou fama também como ciclista e jogador de ténis, percorreu 10 mil metros em 17.01 minutos – recorde para uma ««bicycleta com motor a petróleo». Era assim que se chamavam às motos – e no jornal vincava-se que fora a primeira vez que «a machina se apresentara em público». (Esse ainda era o tempo em que casas de banho só havia em casas muito, muito ricas - e um fato para os homens levarem à praia não custavam menos de 1000 réis, os de mulheres, os «chiques» que se importavam de Paris, eram quase como vestidos, tudo tapando do corpo - e andavam pelos 2800 réis, mais ou menos metade do que aquilo que se pagava por meio burro, com aquele que o automóvel matou, numa feira de gado...) ...
Estilos e Espantos Do look clássico de Messi, ao glamour de Ronaldo, passando pela rebeldia de Neymar, todos os craques de futebol tem o seu estilo, mas uns chamam mais a atenção que outros. Lá vai o tempo em que o jogador de futebol era encarado apenas como um conjunto de músculos em movimento na perseguição de uma bola. Perceber os jogadores não é fácil, entender a vida deles muito menos, mas no que diz respeito à moda, não são precisas muitas palavras, as imagens falam por si. Conheça o novo estilo Dandy que já conquistou o guarda-roupa de Xavi Alonso, Didier Drogba, Samuel Eto’o e Claudio Marchisio... São encarados como cavalheiros charmosos, um pouco levianos, não precisam ser cultos ou homens de letras, basta apenas terem estilo, serem bem-falantes e terem a sapiência de saber apreciar as coisas boas da vida. Entre os dandies que fizeram história encontram-se, talvez como seus maiores símbolos, Oscar Wilde, o influente escritor, poeta e dramaturgo de origem irlandesa, e Lord Byron, o destacado poeta britânico que também foi nadador de sucesso, a figura mais influente que o romantismo conheceu. Partilhavam o culto da imagem e, em alguns casos, eram os primeiros a apresentar as inovações na postura, nos cuidados físicos e no próprio vestuário. Dandy: a moda de falar através da aparência A Moda Dandy tem conquistado cada vez mais adeptos, mas foi no futebol que encontrou os seus maiores seguidores - Xavi Alonso, Didier Drogba, Samuel Eto’o e Claudio Marchisio. O movimento que começou na Inglaterra no século XIX destinava-se aos homens de bom gosto e apurado sentido estético, que não precisavam pertencer à nobreza. O termo teve algumas variações, mas continua a adaptar-se a quem se preocupa muito com a aparência e elegância. E é no culto ao prazer e na possibilidade de se expressar através da imagem que o movimento ´dandy´ encontra na sociedade atual um terreno fértil e cada vez com mais seguidores. É que além das mulheres, são cada vez mais os homens que se preocupam com a imagem e que gostam de se vestir bem, acompanhando as grandes tendências da moda. Nos últimos anos temos assistido a uma nova postura do sexo masculino, com estilos que vingaram e fizeram história no passado, como o punk ou o hippie – os dandies, em que a imagem acaba por ser o ponto forte e a referência, ao contrário do estilo rival, o lumbersexual, numa alusão ao estilo ´homem lenhador´. ...
Estilos e Espantos Tinha 13 anos quando perdeu a mãe num trágico acidente de viação. Valeu-lhe o apoio do irmão, o outro príncipe de Inglaterra já casado e com dois filhos. Quanto a ele, é aos 30 anos o solteiro mais cobiçado de todos os tempos, mas quem o conhece diz que nunca chegará ao trono. Apaixonado por desporto não há nada que o pequeno príncipe não saiba fazer – futebol, atletismo, basquetebol, râguebi. Mas o seu ponto fraco são as mulheres. Levou uma ex-modelo para a prisão, envolveu-se com uma prima e terá tido um caso amoroso com uma empregada de bar, uma cópia da bela Kate Middleton. Conheça o outro lado do Bad Boy, o quinto na linha de sucessão ao trono que foi acusado de insultos racistas e foi visto com um uniforme nazi... Se há alguém na corte capaz de desafiar as leis impostas pela monarquia, é ele: Henry Charles Albert David. Para alguns só Harry é o suficiente, embora Bad Boy também lhe sirva na perfeição. As circunstâncias teriam que ser extremamente incomuns para que se tornasse rei, o que lhe dá uma liberdade que o irmão nunca teve. E nessa liberdade de vida há, além de polémicas, desporto - e no desporto o mostrar das suas últimas habilidades foi na promoção do Mundial Sub 20 da Nova Zelândia - o Mundial onde a seleção de Hélio Sousa vai estar a sonhar, a sonhar com o pédio por que já passaram outras, as seleções de Carlos Queirós e a seleção de Ilídio Vale - que já o disse acredita, acredita que Portugal possa sair de lá com o tricampeonato do mundo até... ...

PORTUGUESES

EMIGRANTES

MARCO VASCONCELOS, O «CARA» QUE NÃO TROCA O CHURRASCO BRASILEIRO PELA ESPETADA MADEIRENSE. Marco Vasconcelos, 15 títulos nacionais de badmington, três participações olímpicas (2000, 2004 e 2008), madeirense de 43 anos, é agora o coordenador técnico das seleções da Confederação Brasileira da modalidade. O que o levou a mudar-se da Pérola do Atlântico para Campinas, Estado de São Paulo, onde está a fazer um trabalho meritório na melhoria de resultados do badmington brasileiro. Coordenador é uma definição que, no caso de Marco Vasconcelos, pode levar ao engano, porque o agora treinador só tem a si para se coordenar. A si e aos atletas das seleções principal, olímpica e de formação. «A ideia, depois de 2016, é cada seleção ter um treinador fixo e haver um coordenador técnico que congrega todas as equipas. Mas, para já, sou eu que coordeno e treino todos os atletas», conta Marco Vasconcelos. Trabalho é coisa que não falta ao madeirense. «Chego ao pavilhão do centro de treinos às seis da manhã e saio às seis da tarde, após o último treino», conta. Até porque, «aqui todos os atletas de seleção vivem num mesmo complexo, em Campinas, e estudam nas escolas desta cidade». A título de exemplo, dos 16 jogadores da seleção principal, 12 estão na Universidade». Um convite inesperado Em 2010, a Confederação Brasileira de Badmington, que já tinha referências do trabalho de Marco Vasconcelos na Madeira, enviou o atleta Daniel Paiola para trabalhar com o treinador português durante um ano. Os resultados foram muito bons e o atleta brasileiro sagrou-se campeão sul-americano. Marco Vasconcelos recebeu um segundo convite, desta feita para um trabalho de 40 dias. E depois, já em 2013, foi convidado para o cargo atual, assinando contrato até 2016. O que o seduziu? «Posso dizer que o dinheiro não foi, antes o desafio em si. Fazer um trabalho de grande fôlego com as seleções de um país grande como o Brasil e ajudar a melhorar significativamente os resultados. E o sucesso tem sido tal que já querem que renove até 2020», conta, sorrindo, ainda sem resposta para esta proposta. Sim, a casa onde morava já foi assaltada Quando decidiu ir para o Brasil, a família e amigos de Marco Vasconcelos ficaram apreensivos com a imagem de insegurança que está associada ao Brasil. Mas o português, até ao momento, poucas razões de queixa tem. «Campinas é uma cidade relativamente calma, comparando com a capital do Estado, São Paulo, por exemplo. Uma cidade que tem os seus problemas, mas eu vivo num bairro relativamente seguro, para classe média/alta, e trabalho a 500 metros de casa. Trabalho 12 horas por dia, não saio à noite, não sinto essa insegurança. É certo que quando vivia noutra casa fui assaltado duas vezes, mas em ambos os casos quando estava em viagem. Ouvimos sempre uma ou outra história, mas nada de alarmante», garante. Marco Vasconcelos garante que foi «muito bem recebido». «O brasileiro e o português têm muitas coisas em comum. E aqui em Campinas, onde há muitos portugueses, existe mesmo uma certa assimilação de hábitos e costumes, comum na arte de bem receber e de estarem sempre disponíveis para ajudar», conta Bernardo Vasconcelos. Acrescentando que, «entre os portugueses, a maioria será do norte de Portugal», mas já encontrou «alguns madeirenses». «Por outro lado, muitas famílias brasileiras que aqui já conheci acabam por ter antepassados portugueses». «Sim, confirmo. As padarias são todas de portugueses», conta o madeirense, rindo. Espetada vs. Churrasco Em termos de alimentação, não há como estranhar a mudança para o Brasil. Mas Marco Vasconcelos reconhece que há algo que o deixa sempre com saudades: «A minha espetadinha, ai a minha espetadinha...», conta, quase salivando. «No Brasil temos o churrasco, mas não é a mesma coisa. Espetadinha é espetadinha, os nossos nacos de carne, o louro...», junta. E falta ainda o «bolo do caco»... «Tento matar as saudades com algumas adaptações e improvisos. De resto, aqui em Campinas, como dizem os brasileiros, tive de me virar. Cozinho, lavo a minha roupa, limpo a casa, tudo o que raramente fazia na Madeira. Tive de colocar em prática a arte bem portuguesa do desenrascanço... », revela, rindo. O cara com sotaque madeirense Portugal e Brasil falam a mesma língua, mas nem sempre é fácil o brasileiro entender o português. Para mais se pronunciado com um vincado sotaque madeirense. «No início não foi fácil. Eu dizia algo e as pessoas respondiam com o tipicamente brasileiro «Oi?» [risos] E Marco Vasconcelos fez algumas concessões mas não deu o braço a torcer. «Na maioria dos casos, os portugueses chegam e assimilam logo o sotaque brasileiro. Eu disse logo: falo assim, com este sotaque, eu vou ter de me adaptar a vocês, mas vocês também vão ter de se adaptar a mim. Não mudo, até poderia soar ridículo. O que não quer dizer que não use palavras que os brasileiros usam. Exemplo: digo «cara» em vez de «gajo» [risos], ou «ónibus» em vem de «autocarro». Mas com o meu querido sotaque... madeirense». Futuro? Academia na Madeira Marco Vasconcelos está empenhado em conquistar medalhas nos Pan-americanos de Toronto, dentro de um mês e em colocar o Brasil no top-20 dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Até lá tem tempo para pensar no futuro e em responder ao convite para renovar até 2020. «Se me perguntar o que mais desejo, então é regressar à Madeira. Tenho lá a minha família, mulher e filhos, falar todos os dias no skype não é a mesma coisa... Tento ir a casa, por duas semanas, a cada dois ou três meses. Além disso, o projeto da minha vida será abrir uma academia com o meu nome na Madeira. É um projeto em maturação e estou a reunir apoios. Mas também não sou insensível ao voto de confiança que recebo do Brasil, ao projeto que aqui tenho e ao prazer de ver o trabalho dar bons frutos. Logo, a minha posição está longe de ser definitiva», conta. ...
PATRÍCIA MORAIS SÓ DIRÁ `AU REVOIR` AO FUTEBOL INTERNACIONAL NO DIA EM QUE RECEBER UM CONVITE DO... BENFICA. Foi com o objetivo de evoluir num campeonato mais exigente e competitivo que Patrícia Morais, jovem guarda-redes de 22 anos, rumou a França no verão passado, para representar o Yzeure, clube então recém-despromovido à 2.ª Divisão. Jogar fora de Portugal sempre fora uma ambição da internacional lusa, que conta ainda com passagens pelo A-dos-Francos, 1.º Dezembro, Ponte Frielas e Escola Feminina de Setúbal. O assédio do emblema gaulês, por sua vez, também já vinha de trás. «Há cerca de três anos recebi uma proposta para ir lá jogar, depois de ter participado num pequeno torneio em Montpellier. Na altura, não aceitei. Estava prestes a entrar nos quadros da Seleção A, onde queria ganhar experiência e poder afirmar-me, para depois, sim, dar um passo rumo ao estrangeiro», conta a A BOLA a guardiã lusa. O Yzeure, no entanto, não desistiu e voltou a entrar em contacto com a jogadora no final da época passada. A resposta de Patrícia, desta vez, foi bem diferente. «Senti que estava na altura de arriscar. As negociações decorreram de forma rápida pois o clube já me conhecia como jogadora», explica. Na luta pela subida à 1.ª Divisão Quase um ano volvido desde a chegada a Yzeure, pequena cidade que acolheu de braços abertos a jovem guarda-redes, o balanço não podia ser mais positivo. «Está a correr muito bem. A nível pessoal, sinto que evolui muito e espero continuar a crescer, como jogadora e guarda-redes. Em termos coletivos, infelizmente, não está a terminar da forma que queríamos», revela Patrícia, que neste momento, a uma jornada do final da temporada, luta pela subida à 1.ª Divisão, embora o cenário não seja o mais promissor. «Estamos em 2.º lugar, perdemos o jogo mais importante da época contra o atual 1.º classificado, o La Roche. Falta só uma jornada, vamos defrontar uma equipa difícil mas nunca se sabe, tudo é possível. Seria fantástico poder defrontar equipas de topo como o Lyon e o PSG, qualquer jogadora gostaria de competir a um nível altíssimo», revela. Adeptos exigentes Mesmo a jogar no segundo escalão, Patrícia admite que sentiu muitas diferenças entre o futebol luso e o francês, a começar pela intensidade dos treinos. «São muito mais físicos, as minhas pernas quase não mexiam no primeiro mês. Além disso, aqui temos condições fantásticas, quando jogamos fora, por exemplo, fazemos longas viagens e temos sempre de dormir em hotéis, algo que não era possível em Portugal», constata a jovem guarda-redes, salientando que, para isso, muito contribuem, também, os apoios concedidos aos clubes, nomeadamente através dos patrocínios. «Sem dúvida. Aqui, cada equipa feminina deve ter entre três a quatro patrocinadores. Em Portugal já é difícil ter um...», lamenta a internacional portuguesa. O apoio dos adeptos, revela, também merece destaque por parte de Patrícia: «Os jogos, mesmo sendo a pagar, têm sempre muita gente a assistir. Os adeptos apoiam-nos muito, sim, mas também exigem muito. Se estivermos a ganhar por 1-0, eles pedem mais três ou quatro golos, querem espetáculo. Isso é muito bom.» Yzeure, terra pacata onde nada acontece e tudo fecha cedo À chegada a Yzeure, terra pacata, acolhedora, situada no centro de França, Patrícia encontrou de pronto uma contrariedade: a língua. «O primeiro mês foi algo complicado por isso mesmo. Já sabia o básico mas mesmo assim tinha de comunicar por gestos com a rapariga que vivia comigo, que é internacional dos Camarões, e com o resto da equipa, pois não conseguia perceber nem responder ao que diziam. Um entrave que, de resto, acabou por ser facilmente ultrapassado. «Sempre tive muita curiosidade e vontade de aprender, o que facilitou bastante as coisas. Nos treinos, perguntava sempre ao meu treinador o que ele queria dizer quando explicava os exercícios. Foi assim que fui aprendendo. Em três meses já falava francês normalmente», reconhece orgulhosamente. A alimentação, revela, esteve longe de ser um problema. À exceção, claro está, das saudades da comida da mãe. «Sou um pouco esquisita com a comida doutros países mas a verdade é que não notei diferenças em relação a Portugal. Sinto falta do empadão de carne que a minha mãe me fazia muito, sou um desastre na cozinha», graceja. Em Yzeure, Patrícia precisa apenas de 30 segundos para chegar ao campo de treinos e outros cinco minutos para chegar ao estádio onde têm lugar os jogos. Não tem de enfrentar a azáfama típica dos transportes públicos mas ainda estranha a excessiva tranquilidade da pequena cidade francesa, onde nada acontece mal o sol se põe. «É uma terra bonita mas tem muita pouca coisa para ver. É tudo muito calmo, não se ouve ninguém na rua, tudo fecha mais cedo, por volta das 18 horas. Restaurantes, só mesmo a 45 minutos de Yzeure», diz. De resto, as saídas noturnas estão mesmo vedadas a Patrícia e à restante equipa, não por falta de agitação na cidade, mas por opção do clube. «Houve uma vez que sai à noite com algumas jogadoras e no dia seguinte o treinador soube e não gostou. Festas, só depois do campeonato», explica. Benfica longe da vista mas perto do coração Mesmo longe de Portugal, Patrícia não deixa de acompanhar o que por cá se passa no que ao futebol diz respeito, tendo, inclusive, festejado efusivamente a conquista do 34.º título pelo Benfica, no passado domingo. «É o clube do meu coração , passei a noite toda no site do Benfica a acompanhar a festa. Fiquei muito triste por não ter estado presente, como aconteceu das outras vezes em que o Benfica se sagrou campeão. Sofro mesmo pelo meu clube», admite. Futuro, para já, não passa por Portugal Apesar das saudades, regressar a Portugal não está nos objetivos de Patrícia, que pretende continuar a crescer numa liga estrangeira mais competitiva. Mas não deixa de piscar o olho a Luís Filipe Vieira, presidente dos encarnados. «Para jogar no Benfica, sim, voltarei...», começou por dizer a guarda-redes. «Não digo que é um sonho, mas gostaria que apostassem mais no futebol feminino. É sempre bom ver o clube do nosso coração abrir portas à prática da modalidade no feminino», explicou. «Quero continuar a jogar no estrangeiro porque ainda tenho muitas coisas para conquistar. Sou uma jogadora ambiciosa e vou querer alcançar o que sempre sonhei. Regressarei a Portugal talvez apenas para terminar a carreira, embora não sabendo o que o futuro me reserve até lá.» ...
RICARDO NUNES, O LATERAL PORTUGUÊS QUE É INTERNACIONAL PELA ÁFRICA DO SUL. A carreira de Ricardo Nunes dava uma boa história para um livro. Uma verdadeira aventura que começou em 18 de junho de 1986 em Joanesburgo, na África do Sul. Foi precisamente nesse dia que o lateral esquerdo nasceu. Com 8 anos de idade partiu para Portugal, longe ainda de imaginar as voltas que iria dar pelo mundo fora por força da sua paixão: o futebol. Começou pelo Estoril e deu o salto para o Benfica onde completou a sua formação e cumpriu dois anos na equipa B com uma subida à antiga 2.ª Divisão B pelo meio. Aos 21 anos apareceu a hipótese de prosseguir a carreira no estrangeiro e arriscou. «A primeira experiência foi muito dolorosa, mas ao mesmo tempo serviu para amadurecer. Um miúdo habituado ao Benfica cair na Grécia [Lamia] onde na altura já não se podia confiar em ninguém. Acabei a temporada com três meses de salários em atraso e só pensava em sair. Consegui que me pagassem parte da dívida e rumei a outras paragens», recorda em conversa com A BOLA. Recebeu propostas para permanecer em território helénico, mas a frustração que sentia na altura levou-o a declinar todos os convites. Surgiu o convite do Chipre, «um país maravilhoso» onde ficou durante três temporadas. «O Chipre dá-nos a ideia de que estamos de férias o ano inteiro. É um país muito bonito. Era pago a tempo e horas, o clube [AEP] era muito organizado e deixava os jogadores tranquilos em relação a casa, carro e contas. Tratavam de tudo. A adaptação também foi muito fácil pois haviam vários portugueses por lá e a minha esposa acompanhou-me.» O segundo ano correu-lhe de feição com a «felicidade» de ter apontado nove golos. O mesmo não se pode dizer do terceiro. Os problemas financeiros agudizavam-se e a cláusula que tinha com o Olympiakos Nicosia acabaram por facilitar a saída. Destino: Portugal. «As saudades de estar em casa». «Queria voltar mas com a condição de ser para algo estável. O facto de ter saído muito cedo de Portugal fez com que algumas pessoas se esquecessem de mim. Sabia que voltar para a Liga era complicado, por isso queria um clube forte com ambições de subir. Através de um amigo surgiu o Trofense e voltei. Tínhamos uma equipa espetacular [João Dias (Boavista), Filipe Gonçalves (Estoril), Licá (Rayo Vallecano), Gegé (Marítimo), entre outros] só que infelizmente não conseguimos a subida por um ponto», lamenta. De Portimão a campeão da Eslováquia e à...Seleção da África do Sul Teve proposta para continuar na Trofa e só não aceitou por causa dos problemas na estrutura diretiva. Recebeu um convite do ex-treinador no Benfica [João Bastos] e assinou pelo Portimonense, que na altura tinha acabado de descer à segunda liga. A nível de resultados «não correu bem» mas a passagem foi tão positiva que assume que «seis meses lá valeram por seis anos». As boas exibições voltaram a abrir a porta do estrangeiro logo no mercado de Inverno. Destino: Eslováquia «Foi o início de algo grande na minha vida. Lembro-me de chegar e de haver neve até aos joelhos. Cidade fantasma. Chorei para ‘caraças’!», começa por recordar o defesa. «Depois fomos para a Turquia de estágio de pré-temporada e voltámos perto do início da competição. Fomos campeões, vencemos a Taça e fui eleito o melhor lateral esquerdo do campeonato. Foi espetacular e graças a esse ano fui chamado à seleção da África do Sul. Algo que nunca me tinha passado pela cabeça», completa. A história por trás do primeiro contacto do selecionador dos Bafana Bafana é incrível. Ricardo Nunes explica como tudo aconteceu: «Estava a passar uma fase complicada. No jogo de qualificação para a Liga dos Campeões dei cabo do joelho e no dia seguinte confirmou-se o pior. Tive três meses parado e no final da recuperação ligou-me o selecionador. Disse-me que já andavam a acompanhar-me há algum tempo e que queriam que jogasse por eles. Fui completamente apanhado de surpresa. A estreia aconteceu frente à Polónia. Precisamente o país onde estou agora. Até tenho aqui um colega que jogou contra mim nesse jogo. A vida dá cada volta.» Bulgária com Bojinov antes do frio da Polónia Antes de aterrar na Polónia, Ricardo ainda passou pela Bulgária. No histórico Levski Sofia passou pela mesma situação que na Grécia. Os problemas no clube búlgaro eram demasiado graves para um «clube daquela dimensão». Acabou por prescindir do segundo ano de contrato e sair. Saiu como praticamente todos os estrangeiros e um tal de Valeri Bojinov, avançado que passou pelo Sporting. Em território polaco voltou a encontrar a felicidade apesar do Inverno ser «horrível» devido ao frio. O Pogon Szczecin é um clube «cumpridor», os estádios são «muito bons» e os adeptos «espetaculares». Neste momento a única coisa que tem sido «dolorosa» é a distância para a família: «A minha esposa e os meus filhos estão aí, mas estou a contar os dias para chegar», diz-nos emocionado. Uma boa proposta de Portugal deixaria muita gente feliz A faltarem cinco jogos para o final da temporada, Ricardo Nunes tem em mãos uma proposta para «renovar por mais dois anos». Garante-nos que a probabilidade de continuar na Polónia é grande mas «no futebol nunca se sabe». E se o telefone tocasse com uma proposta de Portugal? «Tenho o desejo de um dia regressar. Mas tudo depende do clube em questão, a sua estabilidade. Estou aberto a ouvir quem estiver interessado. Tenho uma filha que já está na escola, um bebé com dez meses e claro que uma boa oferta de Portugal deixava-me muito feliz. A mim e à minha família.» Experiência mais caricata? Cobras no Chipre A passagem por cinco países distintos já lhe proporcionou inúmeras histórias que recorda com nostalgia. Muitas delas marcantes, outras nem por isso e ainda umas que pela sua imprevisibilidade ganham contornos cómicos. «No Chipre jogava com o Dossa Junior [Legia]» e um outro português chamado Chevela. Vivíamos todos no mesmo prédio e um dia dei por mim em casa a ouvir os dois a gritar. Fui à varanda e o Júnior tinha uma cobra no terraço e estava todo despenteado aos gritos. Tive que ir ajudá-lo e lá conseguimos afastar o perigo», conta entre risos....
PEDRO QUEIRÓS NA NORUEGA A SOFRER... POR NÃO PODER FESTEJAR 34.º TÍTULO DO BENFICA . Myre, Osknes, norte da Noruega, localidade com cerca de 3000 habitantes, um dos quais português. Pedro Queirós, 29 anos, natural de Vila Verde, Braga, professor de Educação Física, que não quis perder oportunidade de passar do papel para a relva o projeto de criar uma escolinha de futebol. «Era coordenador do futebol infantil do Vilaverdense quando conheci um norueguês ligado ao clube onde estou, o IL Morild, que por motivos profissionais passou seis meses em Portugal e os filhos, um rapaz e uma rapariga, começaram a jogar no Vilaverdense. Foi assim que surgiu o convite para vir para a Noruega», conta Pedro Queirós. Passou quase um ano desde que está longe de casa e embora viva com a noiva Raquel Pinto as saudades da família e dos amigos já apertam: «E de passear o meu cão...», acrescenta, mas o que o deixou mesmo triste foi não poder estar em Portugal no passado domingo. Porquê? É fácil de adivinhar... - Sofri por não ter podido festejar o 34.º título do Benfica com os meus amigos. Sinceramente foi o dia em que me custou mais estar longe de Portugal. O Benfica foi campeão e eu não sei dizer que estava mais contente pelo título ou se mais triste por não poder estar lá. O treinador português está muito valorizado Neste momento Pedro Queirós tem seis equipas ao encargo, as de sub-12 e 14 do IL Morild e mais três masculinas e uma feminina na Vesteralen Fotballakademi, nome da própria academia (onde treina crianças entre os 7 e 13 anos), aos fins de semana é requisitado por outros clubes para dois dias de treinos e, entretanto, já renovou contrato por mais uma temporada. E numa semana em que quatro treinadores portugueses se sagraram campeões em quatro países – José Mourinho no Chelsea (Inglaterra), André Vilas Boas pelo Zenit (Rússia), Vítor Pereira ao serviço do Olympiakos (Rússia) e Paulo Sousa no comando do Basel (Suíça) – Pedro Queirós não tem dúvidas em afirmar que sente na pele o facto de o treinador português está bastante valorizado. «Felizmente as coisas estão a correr muito bem. Consegui fazer com que as pessoas acreditassem no meu trabalho e confiassem nas minhas capacidades para treinar os filhos e, sinceramente, cada vez me apercebo mais que ter no currículo naturalidade portuguesa já é um crédito a favor. Desde que o Mourinho venceu a Taça UEFA e a Liga dos Campeões, em 2003, que há mais confiança nos treinadores portugueses», sublinha. E está nos planos voltar a treinar em Portugal brevemente? «Sinceramente acho que não. Agora renovei contrato e combinei com a Direção fazer um balanço a cada final de época e depois logo decido o que fazer, mas conto estar por aqui, pelo menos três anos. Apesar de me sentir integrado na sociedade e no clube, e ver o meu trabalho reconhecido, ainda quero treinar noutros países», responde Pedro Queirós. Raparigas são mais empenhadas do que os rapazes Por não haver competição para escalões inferiores a sub-14 na região da Noruega onde está, Pedro Queirós diz que o processo de formação é quase inexistente, exemplo caro disso é o facto de serem os pais que, voluntariamente, treinam as equipas. - Têm pouco conhecimento do jogo. São eles, a bola e pouco mais. É, por isso, um desafio extra para mim, que pretendo transmitir-lhes algumas noções para que no futuro possam melhorar. Pedro Queirós tem na academia uma equipa feminina e não hesita em afirmar que as meninas são muito mais empenhadas do que os rapazes: «Têm muita vontade de aprender e mais garra do que os rapazes, a maior parte delas dizem mesmo que querem ser jogadoras de futebol.» 24 horas de dia e janelas sem estores Além das escaladas às montanhas, atividade bastante apreciava pelos habitantes locais, a quem Raquel Pinto se junta ao final da tarde, não há muito mais para fazer por Myre. No que a rotinas diz respeito, Pedro Queirós tem as horas do dia bastante ocupadas entre planeamentos e treinos. E quando chega a noite, que deveria ser altura de descanso, eis que surge o maior obstáculo a que ainda não está completamente habituado. - É que aqui quando é período de verão é dia durante 24 horas e de inverno é noite 24 horas... E o mais estranho é que as janelas das casas não têm estores, o que dificulta o sono por causa da claridade. Para quem está habituado ao calor e luz solar de Portugal, o clima frio que se faz sentir no norte da Noruega, um pouco à semelhança dos habitantes, também tem sido outro senão: «Quando viemos deixámos Portugal com 30 graus e chegámos aqui com seis. Em relação aos norugueses são claramente mais frios do que nós, portugueses. São de sorriso difícil e pouco sociável. Por exemplo, no natal fizemos um jantarem que oferecermos umas lembranças às crianças, mas o evento durou uma hora. Foi comer, receber os presentes e ir embora. Se fosse em Portugal numa hora ainda nem sequer tínhamos comido [risos]. Gostou da carne de baleia, mas teve pena da rena... E por falar em comida, Pedro Queirós conta a A BOLA como tem sido as experiências gastronómicas na Noruega. - Já comi carne de baleia. O aspeto não é muito bonito, a carne é muito escura, mas o sabor até é bom, e se pensarmos que estamos a comer galinha sabe melhor [risos]. Também já provei rena, a carne é demasiado seca. Mas só pensava: «Coitadinho do animal.» Claro que tenho muitas saudades da comidinha da mamã e principalmente de uma boa francesinha! ...
 

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